terça-feira, 4 de maio de 2010
Do melhor que se está a fazer em publicidade
Publicada por Anónimo à(s) 00:56 0 comentários
Etiquetas: do Olhar
segunda-feira, 3 de maio de 2010
sábado, 1 de maio de 2010
Novo reforço
O Razão e Vontade conta a partir de hoje com mais um reforço. E que reforço!
Filipe Esménio, de 36 anos, licenciado em Comunicação Social e com um MBA em Promoção, Gestão e Montagem de Negócios Imobiliários é o nosso mais recente colaborador.
O Filipe, nosso amigo (do Jorge, do Ricardo e meu também) há já largos anos, foi fundador de diversos jornais académicos e regionais, entre os quais se destaca o bem conhecido título “Notícias da Portela”.
Mais do que um bom jornalista, o Filipe é também autor do livro “Quem és tu Zequinha?”, empresário no ramo da Comunicação e Marketing e membro da Assembleia Municipal de Loures, eleito nas listas do Partido Social Democrata.
Com o Benfica entranhado na alma e no coração, o Filipe aprecia ainda tudo o que se relacione com futebol, cinema, jantaradas e viagens.
Bem-vindo Filipe!
Publicada por Anónimo à(s) 12:50 0 comentários
Etiquetas: da Nossa Terra
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Luz ao fundo do túnel
Pela primeira vez em três anos, o PSD lidera nas intenções de voto, revela a sondagem da Marktest para o Diário Económico/TSF.
Trinta e cinco dias depois de ter vencido as eleições directas no PSD com um resultado "inequívoco", a liderança de Pedro Passos Coelho dá os seus frutos. Segundo o barómetro de Abril da Marktest para o Diário Económico e TSF, se as eleições legislativas fossem hoje o PSD venceria com 40% dos votos (mais nove pontos do que no mês passado, ainda com Ferreira Leite como líder), deixando o PS pela primeira vez desde Janeiro de 2007 em segundo lugar, a seis pontos de distância. Mesmo tendo em conta a margem de erro da sondagem (3,46%), a supremacia do PSD de Passos Coelho face ao PS de Sócrates não sai beliscada.
"A sondagem tem um lado conjuntural que prova que sempre que um líder é consagrado em congresso há um estado de graça. Por outro lado, prova que o PSD tem uma grande capacidade de crescer à sua direita à custa do CDS e o PS uma enorme incapacidade de crescer à sua esquerda", diz o sociólogo Pedro Adão e Silva.
Mas as boas notícias que este estudo de opinião dá ao recém-eleito líder do PSD não se ficam por aqui: aparentemente esvaziou o CDS, que passou de 10% em Março para apenas cinco em Abril (o que acaba por facilitar qualquer negociação para uma hipotética coligação em caso de eleições antecipadas), e até a ascendência do Bloco de Esquerda sai afectada, dado que o partido de Francisco Louçã cai três pontos percentuais ao contrário do PCP de Jerónimo de Sousa que sobe uns residuais 0,8 pontos. "Parte do voto de protesto nos partidos da extrema-esquerda está a encontrar abrigo no novo PSD e deixou de procurar um castigo pela negativa ao Partido Socialista" diz Rui Ramos.
O trabalho de campo da Marktest foi realizado ainda antes de Pedro Passos Coelho ter tomado a iniciativa de ligar a José Sócrates dando conta da disponibilidade do PSD para ajudar o Governo a combater a voragem dos mercados financeiros, um gesto que todos assumiram como benéfico para o novo líder da oposição.
fonte Diário Económico
Publicada por Anónimo à(s) 09:55 0 comentários
Etiquetas: da Política
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Passos Coelho: com Sócrates é difícil o PS ganhar a confiança dos portugueses - Política - PUBLICO.PT
Publicada por Anónimo à(s) 12:05 0 comentários
quarta-feira, 28 de abril de 2010
terça-feira, 27 de abril de 2010
Belém e Olivais, dois concelhos que morreram para que a capital pudesse crescer
Lisboa cresceu à custa de muitos lugares e mesmo de concelhos como Belém e Olivais, que se diluíram na capital. Há mais de um século, as fronteiras alargavam-se em sucessivas reformas administrativas, engolindo aldeias periféricas como Benfica, Telheiras ou Chelas.
A actual divisão administrativa de Lisboa é de 1959, ocasião em que se fixaram em 53 as suas freguesias. Um número que poderá aumentar se a nova freguesia do Parque das Nações se concretizar, como defenderam alguns deputados sexta feira no Parlamento.
Esta solução irá obrigar a absorção de território de Loures por parte de Lisboa, uma opção polémica mas que se tem repetido noutros períodos da história recente da capital.
Ao longo do século XIX, os limites de Lisboa foram por diversas vezes alterados e parte do território onde se localiza actualmente o Parque das Nações já pertenceu ao então concelho dos Olivais, entretanto extinto e dividido entre a capital e Loures.
Também Belém, onde se fixara parte da corte depois do terramoto, chegou a ser um concelho, que acabou absorvido pelo crescimento da capital.
"A necessidade de redefinir os limites da cidade surgiu logo no início do século XIX, na sequência do terramoto, tendo a cidade avançado sobretudo na direção do Norte", explicou à Lusa o historiador Carlos Consiglieri, destacando que a fixação de limites à capital tinha objetivos administrativos e fiscais.
"Na tradição medieval, todos os artigos que entravam em Lisboa pagavam impostos e era necessário haver o controlo dessas mercadorias", acrescentou, realçando que "até a água, que vinha em bilhas seladas de Caneças, pagou imposto".
Em 1840, Lisboa era limitada pelo rio e por portas localizadas em Santa Apolónia, Convento de Arroios, Arco do Cego, São Sebastião, "onde é hoje a Avenida Marquês de Fronteira", Portas da estrada de Seabra, "que hoje já não existe", Portas do Conde da Anadia, "mais ou menos para o lado de Campolide", e Campo de Ourique.
Existiam ainda postos militares, para evitar o contrabando, na Penha de França, no sítio do Mirante da Ajuda e no Arco do Bom Sucesso.
"Os guardas destas portas, mais tarde, iriam ter um pau com um bico para picar as galeras e as carroças com hortaliças e produtos agrícolas, à procura de chouriços, enchidos e aguardente, que eram produtos que não podiam entrar, e o povo começou então a chamar-lhes pica-chouriços", contou.
Benfica, Carnide, Telheiras, Lumiar, Ameixoeira, Chelas e Poço do Bispo eram algumas das principais aldeias que então estavam fora dos limites da cidade.
Após a reforma administrativa de 11 de setembro de 1852, que Consiglieri considera como "a grande reforma dos limites de Lisboa, após a da muralha da cidade moura", as fronteiras da cidade cresceram, demarcados pelo projecto de uma nova estrada, chamada "Circunvalação".
Foram anexadas algumas destas aldeias à capital e elevadas a concelho as freguesias de Olivais e Belém.
Aos Olivais foi entregue a gestão de 22 freguesias, entre as quais Beato, Sacavém, Lousa, Frielas, Tojal, Bucelas, Loures, Ameixoeira, Póvoa, Camarate, Charneca, Lumiar, Campo Grande e a parte de S. Jorge (Arroios) que ficava fora dos muros de Lisboa.
O recém-criado concelho de Belém, que teve como primeiro presidente o historiador Alexandre Herculano, incluía as freguesias da Ajuda, Belém, Benfica, Carnide, Odivelas e as partes extramuros de S. Pedro (Alcântara), Santa Isabel e S. Sebastião da Pedreira.
Porém, a proximidade à capital encurtou a sobrevivência autónoma dos dois concelhos, até porque o crescimento de Lisboa obrigou a uma nova reforma administrativa logo em 1885, que extinguiu o concelho de Belém.
Parte de Belém foi anexada por Lisboa e o resto foi dividido entre Oeiras (parte de Benfica), Sintra e Olivais (Carnide e Odivelas).
Ainda nesse ano, Lisboa retira ao concelho dos Olivais o Beato, a Charneca, a Ameixoeira, o Lumiar, o Campo Grande e Santa Maria dos Olivais. No ano seguinte, em 1886, fica com Sacavém e Camarate e Olivais é extinto como concelho.
Parte dos Olivais foi então entregue a ao recém-criado concelho de Loures, que em 1895 recebe ainda de Lisboa as freguesias de Camarate e de Sacavém, que mantém até hoje.
in Destak/Lusa
Publicada por Anónimo à(s) 09:16 0 comentários
Etiquetas: da Nossa Terra, Da politica
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Alegrias do Judo Português III
Publicada por Jorge Veiga Testos à(s) 22:00 0 comentários
Etiquetas: do Desporto
Um excelente discurso sobre o 25 de Abril de 1974
Publicada por Anónimo à(s) 05:06 0 comentários
Etiquetas: da Política
domingo, 25 de abril de 2010
Vergonha Política (ou a falta dela)
Publicada por Jorge Veiga Testos à(s) 22:38 0 comentários
Etiquetas: da Nossa Terra, da Política
Sobre os primeiros dias de Pedro Passos Coelho
Publicada por Anónimo à(s) 03:32 0 comentários
Etiquetas: Da politica
sábado, 24 de abril de 2010
sexta-feira, 23 de abril de 2010
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Portugal com défice de 9,4% e dívida pública de 76,8% - Economia - DN
Publicada por Anónimo à(s) 12:22 0 comentários
quarta-feira, 21 de abril de 2010
terça-feira, 20 de abril de 2010
Alegrias do Triatlo Português II
Publicada por Jorge Veiga Testos à(s) 20:00 0 comentários
Etiquetas: do Desporto
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Pare, Escute, Olhe
Publicada por Jorge Veiga Testos à(s) 08:00 0 comentários
Etiquetas: da Nossa Terra, do Olhar
domingo, 18 de abril de 2010
sábado, 17 de abril de 2010
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Para breve!
Já lá vai algum tempo desde o meu último post aqui no Razão e Vontade.
Já lá vai tempo demais.
Demasiadas ocupações, tempo escasso, cansaço acumulado, desinspiração, necessidade de reorganizar e tantas outras coisas poderiam servir como justificação para esta minha ausência... mas mais do que justificar importa alterar.
Como tal...o regresso está para breve!
Para breve mas com um imediato pedido de desculpas pela ausência.
Até já!
Publicada por Ricardo Andrade à(s) 20:27 0 comentários
Etiquetas: da Alma
quinta-feira, 15 de abril de 2010
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