domingo, 28 de fevereiro de 2010
Facebook: Como declinar amigos sem ofendê-los?
Imagine que um novo colega de trabalho, que acaba de conhecer, convida-o para ser seu amigo no Facebook , a rede social do momento. Você não quer ser indelicado, mas a última coisa que lhe apetecia era partilhar com alguém que mal conhece as suas fotos das férias ou a sua quinta no Farmville. Será que basta ignorar o convite?
Se entre crianças a pergunta: "Posso ser teu amigo?" costuma ser mais do que suficiente para quebrar o gelo, entre adultos as coisas não funcionam bem assim.
A amizade, como é geralmente entendida, implica a partilha de interesses e experiências comuns. No entanto, para milhares de pessoas, o Facebook permite regressar à infância.
Em vez de convidarem alguém para partilhar o Facebook depois de consolidarem uma amizade no mundo real, muitas pessoas recorrem à popular rede social para abreviarem o tempo que leva a construir uma amizade sincera.
Para quê perder tempo a conversar sobre a família ou a partilhar interesses comuns se basta enviar um pedido de amizade e ler as respostas no Facebook? A verdade é que, na vida privada, será pouco provável receber uma proposta de amizade de alguém que se acaba de conhecer numa festa.
Se simpatizou com a pessoa, possivelmente porque gostou do vinho que ela trouxe, talvez venha a aceitar um convite na expectativa de voltar a partilhar uma boa pinga.
Mas se nem conseguiu provar o precioso néctar porque o seu interlocutor foi desastrado e entornou-lhe a bebida em cima, então será pouco provável que venha a aceitar uma proposta de amizade, a não ser que pretenda partilhar com seus verdadeiros amigos a conta da lavandaria, seguindo uma estratégia de humilhação.
Mas se assim é no domínio privado, no local de trabalho, as coisas mudam de figura. As consequências de ofender alguém por ignorar um pedido de amizade são bem maiores quando se trata de um colega que se vê todos os dias do que alguém que talvez nunca mais volte a encontrar.
O que leva então tantas pessoas a querer partilhar o seu perfil no Facebook com os colegas de trabalho?
Para a especialista da IBM em software social, Joan Morris DiMicco , isso acontece porque algumas pessoas não conseguem perceber as implicações de partilhar a sua vida privada com os colegas de trabalho.
Joan DiMicco lembra ainda que o Facebook estimula esse tipo de atitudes, recomendando em permanência o envio de novos pedidos de amizade.
"Logo que esteja conectado com um colega de trabalho, passa a receber recomendações para se ligar com outros colegas", afirma a especialista.
Claro que muitas pessoas até gostam de partilhar o Facebook com os colegas, sobretudo com aqueles que melhor conhecem. Mas para quem pretenda manter o local de trabalho a milhas da sua vida privada, há estratégias melhores do que limitar-se a ignorar um pedido de amizade.
Uma delas é aceitar o convite e depois, através da página de configuração da privacidade do próprio Facebook, limitar o fluxo de informação para o seu "novo amigo". Poderá, por exemplo, criar uma lista de "colegas" a partir da lista geral de amigos e adicioná-lo a esse grupo. Retorne então ao ecrã de configuração da privacidade e clique no separador "Informação do perfil" (Account > Privacy Settings > Profile Information, na edição inglesa) onde poderá limitar a informação que as pessoas que estão lista "colegas" podem ver. (Veja o tutorial em vídeo no final do artigo)
A alternativa, sugere a especialista em etiqueta no local de trabalho, Barbara Pachter , é propor ao seu colega que a ligação seja feita através da rede profissional LinkedIn .
"Poderá apresentar uma contra-proposta, sugerindo que a ligação se estabeleça através do LinkedIn, na esperança de que o seu colega se esqueça de que o pedido foi feito através do Facebook", afirma Barbara Pachter, autora de "New Rules @ Work ".
"Ou pode responder: Obrigado pelo pedido, mas no Facebook só me tenho os meus familiares e amigos. Sugiro que partilhes a minha rede profissional."
Faça o que fizer, diz Barbara Pachter, o importante é que não ofenda o seu colega. "Não é apenas uma questão de boa educação, mas de etiqueta".
"Além disso, o colega agora ofendido poderá ser o seu próximo chefe", alerta.
Facebook Privacy Management from Scott Bones on Vimeo.
fonte jornal Expresso
Publicada por Anónimo à(s) 05:20 0 comentários
Etiquetas: da Tecnologia
sábado, 27 de fevereiro de 2010
Carminho - Escrevi teu nome no vento
Publicada por Jorge Veiga Testos à(s) 08:00 0 comentários
Etiquetas: do Ouvido
Facebook interdito a menores de 14 anos em Espanha
A legislação espanhola vai interditar a rede social Facebook a menores de 14 anos. Será que o exemplo de Espanha irá contaminar o resto da Europa?
Muito em breve, as crianças e pré-adolescentes espanhóis terão de se limitar ao HI5.
A APED (Agência Espanhola de Protecção de Dados) conseguiu que a legislação interditasse o acesso à maior rede social virtual deste tempo e impedisse assim que os miúdos até aos 14 anos, possam aceder ao Facebook. Esta lei, que está a ser discutida há cerca de um ano, já era aplicada em Espanha, que só permitia o acesso a partir da faixa etária dos 13. Agora a APED conquistou mais um degrau.
Espanha é o único país da Europa que segue à risca as normas dos Estados Unidos, onde a lei também exige um limite de idade aos internautas desta rede social.
Esta lei, que teve a resistência da própria rede social do Facebook, acabou por vingar depois de uma discussão em Bruxelas no mês de Dezembro, no âmbito do grupo Europeu de Protecção de Dados, e pode ter um efeito dominó em toda a Comunidade.De acordo com os últimos dados, mais de 50 por cento dos adolescentes europeus divulgam informações pessoais na Web, que podem permanecer online para sempre e serem vistas por qualquer pessoa.
fonte jornal Expresso
Publicada por Anónimo à(s) 07:08 0 comentários
Etiquetas: da Tecnologia
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Pedro Passos Coelho numa sóbria visão sobre a actualidade económica
Pedro Passos Coelho falou aos jornalistas antes da apresentação do seu livro, “Mudar”, em Faro, e, questionado pela agência Lusa sobre se as declarações de Manuela Ferreira Leite, criticadas por membros do Governo e do PS, tinham sido precipitadas, respondeu apenas: “Não quero comentar as declarações da senhora Dra. Manuela Ferreira Leite.”
“Acho que é mais importante, nesta altura, estarmos a falar para o país e explicar que a situação é delicada mas não devemos olhar para ela de uma forma sombria”, acrescentou o candidato a líder do maior partido da oposição.
Passos Coelho considerou que “Portugal precisa de mostrar, quer à Comissão Europeia quer aos mercados internacionais, que não está como a Grécia e, sobretudo, que vai muito a tempo de evitar qualquer situação parecida”.
“Claro que isso exige, do lado do Estado português, do lado do Governo, da Assembleia da República (AR), a tomada de medidas importantes que credibilizem quer o Pacto de Estabilidade e Crescimento quer o Orçamento do Estado. E isso eu penso que o Governo ainda vai a tempo de fazer”, defendeu.
Passos Coelho frisou que o país “precisa de ter não uma promessa de contenção da despesa pública e de redução do endividamento para os anos futuros”, mas de “começar a dar o exemplo já”.
“Creio que o Governo tem ainda muito tempo, na proposta de Orçamento que apresentou na AR, de fazer mais do que aquilo que fez, que é dizer que os funcionários públicos vão pagar a crise. Todos vamos ter de pagar esta situação, com equilíbrio e com justiça, mas não podemos fazer apenas depender do congelamento dos salários a redução do défice”, afirmou.
Para o candidato a líder do PSD, “o Governo, se quer credibilizar a posição portuguesa no exterior e se quer evitar qualquer confusão com o que se passa na Grécia, deve aproveitar o facto de o Orçamento ainda estar em discussão na especialidade no Parlamento para apresentar medidas que, já a partir deste ano, possam demonstrar a nossa capacidade de conter e reduzir a despesa e o endividamento para o futuro”.
“Julgo que temos todas as condições para não estar no caminho da Grécia. Portugal precisa de mostrar, em primeiro lugar, que consegue reduzir o défice de forma mais substantiva do que aquela que foi prometida pelo Governo através do Orçamento do Estado e precisa de mostrar a toda a sociedade portuguesa, a Bruxelas e aos mercados internacionais que vai lutar por um clima de confiança para o retorno do investimento e para o crescimento da economia”, acrescentou.
Publicada por Anónimo à(s) 13:11 0 comentários
Etiquetas: da Política
Pedro Passos Coelho defende comissão de inquérito à compra da TVI em nome da “higiene democrática”
O candidato à liderança do PSD Pedro Passos Coelho considerou "indispensável", em nome da "higiene democrática", a realização de uma comissão de inquérito parlamentar à tentativa de compra de parte da TVI pela PT.
Num almoço promovido pela Associação Comercial de Lisboa, o candidato social democrata criticou também, sem "estar a criticar uma personalidade ou outra", que "os partidos se envolvam em matérias que têm que ver com a compra ou venda de grupos privados da comunicação social".
"É uma questão de higiene democrática que em face de todas as suspeições que têm minado a credibilidade do Governo - que hoje é muito relevante para efeitos externos do país - que tenham um fim rápido e julgo que a forma mais rápida em face de todas estas suspeições e pôr um ponto final nesta matéria é fazer uma comissão de inquérito que possa justamente ter como único objecto de interesse pôr a claro o que se passou no eventual negócio que não chegou a ser concretizado da compra da TVI por parte da PT", disse.
Considerando "indispensável" a comissão de inquérito (já proposta pelo Bloco de Esquerda, mas ainda não viabilizada no Parlamento), Pedro Passos Coelho considerou que, a este propósito, o PSD "deve deixar clara a sua intenção de que os contornos desse negócio possam ser clarificados à vista de todos, quem quer que tenha estado envolvido no processo".
"O facto de estarmos a viver permanentemente na ideia de que pode haver aqui uma espécie de bloco central que vai das empresas privadas às empresas públicas, umas vezes mais desconfiado, outro mais amigo, não beneficia nem a transparência nem a clareza de propósitos em político", referiu.
Em nome do "quadro de confiança" necessário no país, Passos Coelho considerou também importante que o Governo "mostrasse que pretende que se apure toda a verdade do que se passou de modo a que fique bem a claro quais são as responsabilidades de cada um neste processo".
Passos Coelho criticou ainda o primeiro ministro por ter demorado "demasiado tempo" para "fazer uma declaração de princípio sem qualquer outra fundamentação", negando "o seu envolvimento" no caso do negócio PT-TVI.
"A verdade é que todos os dias vão-se tendo outras notícias ou pessoas que se demitem por causa de acções envolvendo essa operação, seja de notícias que revelam o envolvimento de diversas personalidades num negócio que devia ser privado e não público ou partidário", comentou.
Publicada por Anónimo à(s) 08:34 0 comentários
Etiquetas: da Política
Rodrigo Leão - Vida tão Estranha
Publicada por Jorge Veiga Testos à(s) 08:00 0 comentários
Etiquetas: do Ouvido
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Música de Câmara com Solistas da OML
Publicada por Jorge Veiga Testos à(s) 23:52 0 comentários
Etiquetas: do Ouvido
Afinal Tutankamon não era filho de Nefertiti
Análises ao ADN demonstram que o faraó Akenaton era pai de Tutankamon, mas a sua mulher, Nefertiti, não é a mãe de Tutankamon, disse hoje o responsável do Conselho de Antiguidades egípcio.
Zahi Hawass, responsável do Conselho de Antiguidades Egípcias do Museu do Cairo, apresentou à imprensa os resultados das análises genéticas à múmia do jovem rei, morto há mais de 3000 anos, e de outras múmias alegadamente suas familiares, destinadas a clarificar a morte e filiação de Tutankamon.
As análises foram realizadas no Egipto e confirmadas por laboratórios alemães, indicou Hawass. Os resultados do estudo foram publicados na revista científica americana JAMA (Journal of the American Medical Association).
O chefe do Conselho de Antiguidades do Egipto confirmou que os estudos permitiram determinar que o corpo do pai jovem rei era o da múmia encontrada no Vale dos reis que os arqueólogos atribuíam já ao faraó Akenaton (ou Amenohtep IV).
De acordo com Zahi Hawass, o corpo da mãe de Tutankamon está identificado com o código KV35YL, conhecido como a "Jovem Senhora". Os estudos permitem, contudo, eliminar a hipótese, frequentemente avançada, que possa tratar-se de Nefertiti, mulher de Akenaton, acrescentou.
"Não sabemos o seu nome, mas o mais importante é que esta senhora é a filha de Amenohtep III e da rainha Tye", avós de Tutankamon, assegurou, acrescentando não ser possível que se trate de Nefertiti.
A causa de morte de Tutankamon, não totalmente esclarecida até ao momento, terá sido malária aliada a um problema ósseo e a uma " constituição física frágil", concluiu.
A determinação da causa da morte de Tutankamon resulta de uma investigação que envolveu testes de ADN aos restos mortais da múmia iniciados em Novembro de 2009.
Nascido a 1345 a. C., Tutankamon foi o 11.º rei da XVIII dinastia do Novo Império e a sua múmia foi descoberta em 1922 por um arqueólogo inglês.
Publicada por Anónimo à(s) 06:17 0 comentários
Etiquetas: da Tecnologia
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Alegrias do Atletismo português
Por sua vez, a fundista Jessica Augusto, campeã da Europa de Corta-Mato por equipas, estabeleceu um novo recorde da Europa na prova de 2 milhas, ao ser 4ª classificada, com a marca de 9.19,39 min.
Publicada por Jorge Veiga Testos à(s) 13:00 0 comentários
Etiquetas: do Desporto
Escolhida pelos pais
texto de Pedro Passos Coelho publicado no jornal I de 17 de Outubro 2009
A escola ideal para os meus filhos tem de ser, antes de mais, escolhida por mim e pela mãe. Este é um princípio que cada vez mais tem de ser assegurado: o Estado tem de garantir o melhor ensino escolar e pré-escolar possível, mas não pode discriminar ou onerar demasiado quem decide optar pela escola privada ou cooperativa.
Impor ou criar barreiras intransponíveis à escolha da escola dos nossos filhos é secundarizar o papel fundamental dos pais no processo educativo. Quero ter parte activa na comunidade escolar em que os meus filhos e a minha família se integram; quero ser ouvido nas questões que dizem respeito aos programas e aos demais aspectos do funcionamento da escola.
A escola tem de ser algo que transcenda o seu espaço físico e seja parte da comunidade. Um local onde valores fundamentais como a importância do trabalho, a disciplina, o rigor, a criatividade, o respeito pelo outro e a tolerância sejam percepcionados e assimilados como base para toda a vida. A aprendizagem não pode ser um valor por si próprio, mas um instrumento útil.
Aberta ao mundo, a escola dos meus filhos tem de compreender as novas dinâmicas sociais e as novas realidades. Apesar de a multidisciplinaridade ser muito importante - onde, por exemplo, a educação física e a musical têm de deixar de ser parentes pobres - as disciplinas fundamentais como o Português, a Matemática, a História, a Filosofia, as Ciências, o Inglês têm de fazer parte do tronco básico de qualquer plano curricular.
Uma escola onde o aluno seja o centro de toda a actividade, mas onde o papel primordial do professor seja valorizado, promovido e respeitado. O professor deve ser a referência, o interlocutor entre a comunidade e a escola, o guardião em quem confiamos e a quem devem ser dados meios para melhor ensinar e se fazer respeitar. Por esta razão, a escola ideal deve também ter maior capacidade para escolher os seus professores.
Quero que a escola - neste caso, a pública - continue a ser, com as suas qualidades e defeitos, o grande factor de mobilidade e coesão social como o tem sido desde o 25 de Abril. Não pode deixar de o ser.
A escola ideal para os meus filhos, sem nunca esquecer a sua função essencial de local de aprendizagem, tem de abrir horizontes e não definir caminhos; ensinar a pensar e estimular o espírito crítico e não premiar os comportamentos mecânicos de replicação técnica e social; promover a liberdade e a responsabilidade como as duas faces da mesma moeda; mostrar que só através do trabalho e da inovação podemos melhorar a nossa vida e a dos outros.
Publicada por Anónimo à(s) 07:17 0 comentários
Etiquetas: da Política
Contestação a Sócrates no Facebook
Ao todo são 21,277 pessoas que pedem, no Facebook, a saída de José Sócrates do Governo. Espalhadas por sete contas na rede social definem-se como grupos de pessoas "que não acha porreiro" ao chefe do executivo.
Política à parte, as críticas ao primeiro-ministro abrangem todos as polémicas em que o líder socialista tem estado envolvido. Das dúvidas sobre a licenciatura aos últimos desenvolvimentos do Face Oculta, sendo que a alegada tentativa de controlo da comunicação social predomina.
Os títulos das páginas na rede social são sugestivos: "Movimento anti-Sócrates ", que conta 445 membros; "Discordo do governo! Quantos mais discordam? " com 1,356 fãs; "Sócrates - continuamos a não gostar de ti " tem 7,355 seguidores; "Achamos o Sócrates o pior primeiro-ministro de sempre " já vai nos 8,097 membros; "Movimento de cidadãos que exigem a demissão de José Sócrates " tem 2,281 pessoas associadas à "causa"; "Preferimos ver demolida a casa de Sócrates em vez dos hospitais de Lisboa " vai nos 1,185 fãs e "Quero ouvir as escutas do Sócrates antes que sejam destruídas " conta com 558.
fonte jornal Expresso
Publicada por Anónimo à(s) 06:01 0 comentários
Etiquetas: da Política
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Alegrias do Judo português
Publicada por Jorge Veiga Testos à(s) 23:56 0 comentários
Etiquetas: do Desporto
Ainda por cima é doce
Chocolate é inimigo de AVC's
Um pouco de chocolate todas as semanas pode ser uma forma de ajudar a combater o risco de sofrer um Acidente vascular Cerebral (AVC). Será também uma forma de acelerar a recuperação de pacientes que sofreram uma isquemia cerebral. A descoberta terá sido feita por pesquisadores canadianos e deverá ser apresentada em Abril no encontro anual da Academia Americana de Neurologia.
A notícia, divulgada no site do jornal brasileiro "O Globo", refere que, para chegarem a esta conclusão, os pesquisadores avaliaram os resultados de três grandes estudos que se debruçavam sobre os benefícios do consumo de chocolate para a saúde.
A primeira pesquisa acompanhou 44.489 pessoas e mostrou que o consumo de uma porção de chocolate semanal reduzia o risco de AVC's em 22%. Outra análise, tendo em conta 1.169 participantes, revelou que o consumo de 50 gramas de chocolate uma vez por semana diminuía o risco de acidentes vasculares cerebrais em 46%. O terceiro estudo não demonstrava qualquer impacto do consumo de chocolate na saúde dos pacientes.
Uma das coordenadoras da investigação canadiana, Sarah Sahib, da McMaster University, citada pelo "O Globo", afirma que o principal benefício do chocolate está na quantidade de flavanóides um antioxidante, com um efeito protector sobre as artérias. Por isso, o ideal será dar preferência ao consumo de chocolates com mais de 70% de cacau na sua composição, pois serão estes que apresentarão maior quantidade desta substância.
Publicada por Anónimo à(s) 05:15 0 comentários
Etiquetas: do Paladar
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Outdoor reciclado


E para divulgar esse novo conceito de “e-Cycle”, a empresa instalou um outdoor, em plena Times Square, com as letras feitas com equipamentos electrónicos. O texto diz: “No matter where you bought it, we’ll recycle it.” (Não importa onde você comprou. Nós vamos reciclá-lo.)
Certamente chamou a atenção de muita gente para um projecto diferente e ecologicamente responsável.
Publicada por Anónimo à(s) 01:32 0 comentários
Etiquetas: do Olhar
sábado, 20 de fevereiro de 2010
Concertos à borla
Orquestra Gulbenkian
Joana Carneiro, Maestrina
Com a realização do 8º Workshop da Orquestra Gulbenkian para Jovens Compositores Portugueses, o Serviço de Música da Fundação Calouste Gulbenkian dá continuidade à iniciativa lançada em 2003 e que, ao longo dos últimos anos, incrementou o incentivo à criação musical em Portugal. Desde que o Workshop passou a integrar o plano de trabalho da Orquestra Gulbenkian, com periodicidade anual, foram já 29 os jovens compositores até hoje apresentados ao público nos concertos de encerramento, após uma a duas semanas de trabalho exclusivamente dedicadas à leitura das suas obras, abrindo o leque de opções inclusivamente aos compositores que não têm ainda antecedentes de carreira profissional.
As primeiras cinco edições foram dirigidas pelo maestro Guillaume Bourgogne, sendo este o terceiro ano em que o Workshop é dirigido pela maestrina Joana Carneiro.No concerto de encerramento deste 8º Workshop são dadas a ouvir, em estreia absoluta, obras de sete compositores seleccionados de entre os catorze que se candidataram para este efeito no âmbito do concurso público aberto a compositores nascidos desde 1 de Janeiro de 1975. A selecção foi feita por uma comissão de leitura integrada por Emmanuel Nunes, Luís Pereira Leal e Joana Carneiro. Todos os sete referidos compositores participam este ano pela primeira vez no Workshop.A vários dos compositores participantes nas sete anteriores edições o Workshop abriu portas para a colaboração criativa com outras instituições em Portugal e no estrangeiro. Tendo em atenção as qualidades evidenciadas nos Workshops, o Serviço de Música fez encomendas de obras a dois destes compositores.
O Workshop da Orquestra Gulbenkian integra o plano do Serviço de Música da Fundação Calouste Gulbenkian para formação de criadores musicais que já incluía a realização de Seminários de Composição, a atribuição de bolsas de estudo e encomendas a jovens compositores.O Workshop regressa este ano à Culturgest, instituição que lhe abriu as portas para as suas três primeiras edições.
Programa:
André Miranda
Farbenharmonienwerk
Ângela Ponte
EKIS III
David Miguel
Amnis
Miguel Teixeira
da eikasia à noesis – mensagem
Nuno Peixoto de Pinho
...na viagem de um livro
Tiago Cabrita
Retorno
Daniel Moreira
Zoom Point (Omagio a Antonioni)
Publicada por Anónimo à(s) 02:31 0 comentários
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Aquecer a voz
Porque se aproximam importantes comícios eleitorais, nada melhor que aquecer, desde já, a voz.
Publicada por Anónimo à(s) 04:38 0 comentários
Etiquetas: do Ouvido
Exposições à borla
Esta exposição toma o seu título de uma série de desenhos sobre fotocópia, datados de 2003, que são agora mostrados pela primeira vez. Na realidade, o que se apresenta não são os desenhos originais, mas a sua reprodução ampliada, trazendo a imagem para a escala real do espectador. Alexandre Estrela entrega-se à exploração serial de uma mesma imagem – corpos em queda representados metonimicamente por capacetes de paraquedista, aos quais estão acopladas câmaras de vídeo e fotográficas – para abordar questões relacionadas com a gravidade, o peso, a velocidade e a desorientação perceptiva. Idênticas questões são exploradas na outra obra incluída na exposição, Queda e contra-queda (2010), a “animação” de uma imagem estática – um desenho que representa dois movimentos que se contrariam – por meio da projecção de luz e de uma banda sonora síncrona, resultando numa intensa experiência perceptiva. A extraordinária experimentação intrínseca à prática de Alexandre Estrela manifesta-se na sinestesia e combinação entre diferentes mediums, até no modo como o artista provoca a invasão de um determinado medium por outro que tradicionalmente lhe é alheio.
Publicada por Anónimo à(s) 00:39 0 comentários
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Método eficaz para controlo da velocidade.
Publicada por Anónimo à(s) 23:19 0 comentários
Etiquetas: do Olhar
"Mais vale uma crise política que viver todos os dias em crise"
Pedro Passos Coelho parte para a disputa à liderança do PSD com uma certeza: o Governo está muito fragilizado e é ele próprio "o principal foco de instabilidade". Mas se cair, só novas eleições deverão legitimar outra solução governativa.
Acha que há tentativas de condicionamento da liberdade de informação ou de imprensa?
Acho que há fundadas razões para haver a suspeição. E o simples facto de essa suspeita existir mina a credibilidade do Governo e das instituições públicas e até privadas. É muito importante que essa suspeição seja removida rapidamente.
Através de explicações públicas do primeiro-ministro?
E não só. O Parlamento tem um conjunto de audições que podem trazer um pouco mais de luz sobre o que se passou. Uma coisa é o que a justiça entendeu que não era relevante do ponto de vista penal, outra é haver responsabilidade política relevante. Isso o Parlamento pode e deve apurar.
Concorda então com a tese da asfixia democrática?
Penso que em Portugal existe um excesso de intervenção pública e que o facto de haver uma grande confusão entre a esfera do Estado e a esfera dos partidos permite que quem está no Governo coloque instrumentos que deviam estar ao serviço do Estado ao serviço de interesses ou estratégias partidárias. Isso tem de ser combatido, não porque esteja em causa o Estado de Direito, mas porque pode estar em causa a credibilidade e a independência das instituições.
Está a defender a privatização da RTP/RDP?
Não há nenhuma razão hoje para que o Estado tenha uma televisão ou agências noticiosas. A noção de serviço público que deva existir tem de ser contratualizada com os privados e sairá muito mais barata ao Estado. Só a RTP, o ano passado, consumiu cerca de 400 milhões de euros, entre indemnizações compensatórias e taxas. Imagine o que era isto a contratualizar em bom serviço público! A história mostra, independentemente de quem tem estado à frente do Governo, a tentação de utilizar estes instrumentos para fins que não são os que justificaram a sua criação. Portanto, o Estado não tem que deter estes instrumentos.
O Governo tem condições para cumprir o mandato?
O Governo tem sido o principal foco de instabilidade do país. Ou porque os ministros não têm um discurso conexo e coerente, ou porque o ministro das Finanças ameaçou demitir-se, ou porque o primeiro-ministro chegou a criar a ideia de que era preferível uma crise política do que sujeitar-se à crítica do Parlamento. O Governo tem estado a correr à frente da crise. Isso não é bom para o país e cria um sentimento de instabilidade que dá a impressão de que o próprio Governo está à espera que alguém lhe dê um golpe de misericórdia. Esse clima é pernicioso para o país. Precisamos que o Governo governe e que assuma as suas responsabilidades. Se este Governo não está em condições de governar, só deve ser substituído por um outro que resulte de eleições.
Se a situação política se agravar, o PSD deve apresentar uma moção de censura?
Se as condições no país se agravarem muito, não restará outra saída senão a convocação de eleições. Mas não desejo hoje estas eleições. O país está com uma debilidade financeira e com um problema de credibilidade externa que seria preferível que o Governo se concentrasse na tarefa de governar. Em última instância, o Presidente da República deve avaliar se deve devolver a palavra aos portugueses. É preferível enfrentar uma crise política do que estar todos os dias em permanente crise política. Mas não creio que o PSD deva contribuir para essa instabilidade.
Se houver uma moção de censura, o partido que a apresentar pagará um preço político nas eleições seguintes...
A estabilidade não é um fim em si mesmo. Se os governos governarem mal ou não assumirem as suas responsabilidades, é preferível suportar o custo da crise que há-de trazer uma nova solução. Mas não creio que, cinco meses depois das eleições, estejam esgotadas as condições para governar.
Se for eleito, está preparado para eleições antecipadas?
Se for eleito presidente do PSD, como espero, estarei preparado para apresentar ao país uma alternativa de Governo. Se e quando o país quiser mudar de governo. Não estarei preparado nunca para contribuir para novas soluções governativas no actual quadro parlamentar. Se o PS revelar que tem condições para levar o seu mandato até ao fim, o PSD não tem pressa de chegar ao Governo.
Este Orçamento do Estado (OE) responde à situação do país?
Não, e é por isso que se está a criar uma pressão tão grande à volta do Plano de Estabilidade e Crescimento (PEC). O Governo demorou tempo a perceber a gravidade da situação do país e deu uma resposta fraca. Prevê que se possa reduzir um por cento do défice em 2010, deixando uma perspectiva de que se possa reduzir depois em dois anos os outros cinco pontos. Este ano, em que as pessoas percebem que a situação é má, têm o exemplo de países como a Grécia e Irlanda e perceberiam ser necessária uma resposta mais firme, e o Governo não a dá. Mas promete reduzir dois e meio por cento em média nos próximos dois anos...
É um Orçamento que pensa em eleições antecipadas?
Não vou dizer tanto, mas é um Orçamento que não está ao nível da responsabilidade que hoje precisávamos de mostrar ao país.
A solução para o défice é um plano de privatizações?
Temos dois problemas com o défice: o excesso de despesa e a falta de receita fiscal por via da quebra da economia. No primeiro, o Estado tem de atacar a sério, e este Orçamento não o faz. A medida mais forte é o congelamento dos salários na função pública, impondo-lhe o maior esforço. O que não é justo, porque o Estado tem muita despesa de gordura que precisava de ser removida. Todos os consumos do Estado podiam ser reduzidos em 15 por cento face ao ano anterior. E nada indicia que vai haver um esforço sério de contenção de despesa pública.
E do lado da receita? Privatizar?
A receita será determinante para alcançar o défice de três por cento, mas só se consegue através do crescimento económico. As privatizações não servem para isso. São antes um sinal de que o Estado entende que deve ser a economia privada a puxar pela economia do país. O Estado deve remover-se o mais possível do campo empresarial. E temos de criar um quadro de incentivos para que o investimento possa regressar a Portugal.
Criticou a forma como o PSD negociou o OE. O que teria feito de diferente?
O PSD teve oportunidade e tinha a obrigação de ter exigido do Governo que suspendesse todo o conjunto de grandes obras públicas que vão onerar os próximos 30 anos. Ao não impor nenhuma condição especial senão esperar que o PEC demonstre um esforço plurianual de contenção, deixou aberta a negociação com outros partidos, sobretudo o CDS. Temos um pior orçamento porque o PSD não colocou a fasquia mais alta.
entrevista de Leonete Botelho publicada na edição de hoje do jornal Público
Publicada por Anónimo à(s) 08:59 0 comentários
Etiquetas: da Política
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
José Manuel Fernandes não reconhece a Sócrates condições para governar
O antigo director do jornal Público, chamado hoje à Comissão Parlamentar de Ética para falar sobre o "exercício da liberdade de expressão em Portugal", considera que o primeiro-ministro já não tem a confiança dos portugueses para governar. Ao Rádio Clube, o ex-director do Público garante que durante os cinco anos de governo socialista houve várias pressões ilegais para condicionar a Comunicação Social. José Manuel Fernandes e o pivot da SIC Notícias Mário Crespo são os primeiros a ser ouvidos no Parlamento, a pedido do PSD.
Publicada por Anónimo à(s) 14:23 1 comentários
Etiquetas: da Política
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
Nogueira Leite coordena moção de Passos Coelho
Equipa de trabalho vai definir, por áreas, as prioridades que Pedro Passos Coelho vai defender para o partido
António Nogueira Leite é o coordenador da equipa que vai preparar a moção de estratégia que Pedro Passos Coelho irá apresentar para a liderança do PSD, revelou à Lusa Miguel Relvas.
Este grupo de personalidades, a maioria actualmente fora do meio partidário, vai preparar a moção de estratégia que Pedro Passos Coelho tem de entregar no Conselho de Jurisdição do partido até ao dia 19 de Março.
A equipa de trabalho vai definir, por áreas, as prioridades que Pedro Passos Coelho vai defender para o partido, caso ganhe as eleições directas do próximo dia 26 de Março. O coordenador é António Nogueira Leite, professor Catedrático da Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa e vogal do conselho de administração da CUF.
Entre os nomes das 12 personalidades, a maioria ligada ao mundo académico, está Jorge Moreira da Silva, actualmente consultor da ONU. Foi secretário de Estado Adjunto da Ministra da Ciência e do Ensino Superior, no governo de Durão Barroso, e secretário de Estado Adjunto do Ministro do Ambiente e do Ordenamento do Território no XVI Governo, de Pedro Santana Lopes.
Emídio Gomes, professor catedrático em biomédicas e actualmente pró-reitor da Universidade do Porto, Mónica Ferro, professora de ciências políticas e relações internacionais no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas e José Manuel Canavarro, pró-reitor da Universidade de Coimbra e ex-secretário de Estado da Educação no Governo de Durão Barroso são outras das personalidades ligadas ao mundo académico que fazem parte deste grupo de reflexão.
O consultor para os assuntos jurídicos do Presidente da República e professor de Direito, Carlos Blanco de Morais, é outro dos elementos do grupo de trabalho.
Duas juristas participam no grupo de preparação da moção de estratégia, a constitucionalista Assunção Esteves - membro do Conselho de Jurisdição do PSD e ex-eurodeputada - assim como Rita Marques Guedes, que foi chefe de gabinete do ministro Nuno Morais Sarmento.
Fazem parte do grupo também Maria Luísa Albuquerque, do Instituto de Gestão e Tesouraria do Crédito Público e Amaral Lopes, ex-secretário de Estado Adjunto da Cultura.
Norberto Pires, licenciado em Engenharia Física pela Universidade de Coimbra e responsável pelo laboratório de Robótica Industrial naquela universidade, assim como Rui Nunes, director do Serviço de Bioética e Ética Médica da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto e foi presidente do conselho directivo da Entidade Reguladora da Saúde, fecham o elenco deste grupo de trabalho.
fonte TVI 24
Publicada por Anónimo à(s) 18:39 0 comentários
Etiquetas: da Política
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