Muito à frente
Com os improváveis The Doors
Com os improváveis The Doors
Publicada por Anónimo à(s) 02:01 0 comentários
Etiquetas: do Ouvido
Publicada por Anónimo à(s) 23:22 0 comentários
Sabem, aqueles que me conhecem bem, que sou musicalmente bastane eclético. Diriam mesmo alguns que sou demasiado adaptável ou pouco criterioso nas escolhas que faço do que escuto.
Seja como fôr, hoje apetece-me ouvir esta música vezes sem conta e partilhar uma dessa vezes com vocês, aqueles que me aturam tantas e tantas vezes.
Por isso aqui fica um momento do meu dia!
Publicada por Ricardo Andrade à(s) 12:00 0 comentários
Hoje decorre a 2ª sessão da Conversa com Luís Miguel Cintra e Convidados na Sala Garrett do Teatro Nacional D. Maria II. Entrada livre.
Publicada por Anónimo à(s) 01:23 0 comentários
Etiquetas: das Artes
Encontrei esta expressão de pensamentos que muitas vezes escuto nos mais diversos locais e nas mais variadas formas.
Talvez me tenha chamado à atenção por ser uma forma diferente da minha de expressar certos sentimentos. Pelo menos diferente daquela que eu utilizaria para passar uma mensagem.
Mas não serão as surpresas o melhor da vida?
Não serão os novos caminhos aqueles que podem trilhar estradas de maior sucesso?
Quem sabe se a melhor forma de mudar o mundo não será termos gestos que não se enquadram naquilo que sempre imaginámos?
Quem sabe se sair das nossas zonas de conforto não será mais honesto?
Quem sabe se a vida não seja mais simples se apenas mudarmos uma coisa de cada vez?
A vida muda mesmo a cada gesto nosso!
Publicada por Ricardo Andrade à(s) 08:00 0 comentários
Publicada por Anónimo à(s) 01:49 0 comentários
Etiquetas: do Olhar
Nos últimos anos tenho pensado muito em como a vida nos prega partidas.
Nos últimos dias tenho reflectido bastante acerca da forma como não nos compreendemos uns aos outros.
Nas últimas horas tenho imaginado como seriam as coisas se realmente dêssemos valor ao que realmente interessa.
Nos últimos minutos tenho tentado descobrir formas de recolocar alguma justiça em situações manifestamente injustas.
Nos últimos segundos tenho deixado a escrita andar solta.
Agora limito-me a dizer:
" Um dia será feita justiça"
Publicada por Ricardo Andrade à(s) 15:00 0 comentários
Etiquetas: da Alma
Há dias assim em que os pensamentos se sobrepõem uns aos outros a uma velocidade vertiginosa.
É como se não conseguissêmos controlar nada.
É como se fôssemos apenas marionetas de uma imaginação que não sabemos de onde vem.
É como se a vida vivesse por nós.
Mas sabe bem reparar nas capas a cair.
Mas sabe bem não lutar contra o vento.
Mas sabe bem aprender a dar valor sem se sentir que se recebe uma lição.
Devagar...
Depressa...
Muito lentamente... A uma velocidade vertiginosa...
O que sinto hoje é um pouco como este texto... uma amálgama de coisas que separadas nada significam mas que juntas encaixam na perfeição.
Publicada por Ricardo Andrade à(s) 11:00 0 comentários
Etiquetas: da Alma
Excelente spot da Samsung criado pela Leo Burnett para promover a sua nova TV ultra slim 3D LED, que proporciona uma experiência única de entretenimento.
Publicada por Anónimo à(s) 02:41 0 comentários
Etiquetas: do Olhar
Cada vez mais, tempero a alta rotação dos meus dias com momentos de calma e tranquilidade já bem depois do sol se pôr.
Cada vez mais aproveito os silêncios para reflectir sobre tudo o que me rodeia.
E quanto mais o faço mais falta sinto de o fazer!
É como se retemperasse forças pelo simples facto de estar comigo. É como se a intensidade dos dias passasse para um outro mundo que não aquele em que me encontro.
Não é como se, mesmo acompanhado, com barulho e com movimento entrasse num estado zen em que a minha mente se abstrai de tudo o que me rodeia. É mais como se conseguisse processar o que está à minha volta e ao mesmo tempo entrar por uma porta para a qual apenas eu tenho a chave.
Quanto mais isso acontece mais me apercebo de que são os momentos de pausa da vida que nos dão a estabilidade que necessitamos para fazer face ao ritmo louco do dia-a-dia.
Quanto mais descubro que parar não é morrer mais me convenço de que adoro esses pontos altos dos meus dias.
Quanto mais encontro esses minutos, essas horas, mais me encontro a mim mesmo.
Como se esses minutos me tivessem dados sem que alguma vez os tivesse pedido.
Como se alguém desligasse todos os telemóveis do mundo e me dissesse baixinho:
" Agora pára um pouco... ninguém te vai interromper! És apenas tu ".
Nessa altura ponho uma música a tocar na minha cabeça... depois outra...e outra...e tantas quanto as unidades temporais que passam por mim a correr.
Parker, Marsallis, Woods, Sinatra, Bennett, Sara, Coldplay, Adriana, Teresa... juntos como se tocassem todos no mesmo dia de um qualquer festival de Verão e eu como espectador.
Sabe bem poder aproveitar estes momentos!
Publicada por Ricardo Andrade à(s) 08:00 1 comentários
Etiquetas: da Alma
Publicada por Anónimo à(s) 03:33 0 comentários
Etiquetas: da Política
Aqui fica uma fantástica mas improvável parceria!
Oiçam...vale a pena!
Publicada por Ricardo Andrade à(s) 05:00 0 comentários
Publicada por Anónimo à(s) 03:35 0 comentários
Etiquetas: do Olhar
Um bom vídeo...
Uma boa banda sonora..
E...
Dois nomes... Rob Machado!
Publicada por Ricardo Andrade à(s) 00:07 0 comentários
Etiquetas: da Alma, do Desporto
Um artigo no jornal Público relata como Francisco Assis, líder da bancada parlamentar do Partido Socialista repreendeu os deputados do seu grupo parlamentar avisando-os de que não devem faltar nem chegar atrasados.
Não posso deixar de achar fantástico que tenha que ser o líder de bancada a tentar impôr algo que todos os deputados já deveriam ter... sentido de responsabilidade!
Estar presente no local de trabalho para melhor poder defender os interesses dos cidadão que os elegeram não deveria ser uma questão de brio profissional ?
Bem sei que existe a expressão " pontualidade britânica " e não portuguesa mas não seria de esperar que os deputados, tal como qualquer trabalhador, chegassem a horas?
Numa altura em que de dia para dia as pessoas acreditam menos nos políticos episódios como este não ajudam.
A classe política deveria ser olhada não como uma elite mas como uma classe que sente os problemas da população que representa.
Seria bom poder acreditar que as coisas iriam ao sítio com reprimendas e avisos.
Seria bom poder acreditar que com os maus exemplos os restantes aprenderiam.
Publicada por Ricardo Andrade à(s) 22:30 0 comentários
Etiquetas: Da politica
You may say I’m a dreamer but I’m not the only one
Imagine,
Lennon / McCartney ou McCartney/Lennon
Em conversa com um amigo, e enquanto decidíamos qual seria o tema central deste texto, ele dizia-me com toda a energia:
- É óbvio, Filipe... Pessoas, falemos de e sobre as pessoas.
Sim, ele tinha razão. Como é possível esquecermo-nos tantas vezes do óbvio? Daquilo que é o mais importante. As pessoas.
A nossa geração colocou as pessoas em segundo plano. De forma tão gritante e tão chocante que parece que nos tornámos num mero número de estatística. Queremos mais e mais e mais, tendo como bandeira o bem-estar (do qual nunca chegamos a fruir), porque queremos mais e mais e mais. Ultrapassam-se valores, ultrapassam-se amigos. Esbarramos na estupidez egoísta e arrogante dos números reais ou ficcionados.
A frieza matemática supera a razão. Tudo é gerido pelos números, taxas, audiências, médias, crescimento, desemprego, inflação, escalões de IRS, tudo números, tudo índices e/ou indicadores que parecem esmagar o mais importante, as pessoas. A nós, Zequinha.
Não há nada mais fácil de manobrar do que números, os números constroem-se em função dos desejos. Qualquer contabilista que tenha cursado ou passado por uma entrevista de emprego sabe que 1+1= aquilo que o cliente desejar, dentro da lei, claro…
Eu não quero ser uma «sombra fútil a que chamam gente», como afirmava Pessoa. Eu quero ser feliz, quero ver as pessoas felizes ao meu lado para que eu possa ainda ser mais feliz. Quero ver uma regressão do aceleramento social e profissional, e que todos os males que se aceitam como normais deixem de assumir uma normalidade anormal.
As leis não se cumprem, nem os códigos de ética, nem os padrões de moral humana (não falo da subjectiva moral de conduta), a guerra das instituições é uma realidade, a guerra das razões uma ausência. Não podemos continuar a destruir lares e famílias, sonhos e realidades numa desumanização social permanente.
O mais importante somos nós, as pessoas, sim as pessoas, aqueles com quem nos cruzamos no elevador sem sequer lhes dizermos bom dia, aqueles com quem trabalhamos há anos e que só hoje sabemos onde moram porque lhe pedimos uma boleia. As pessoas fazem o mundo, não pode ser o mundo a governar as pessoas. Não sejam escravos do vosso trabalho, do vosso carro, da vossa inércia, o Homem constrói o mundo, a poesia e o amor constroem o Homem.
Por isso façam poesia, leiam livros, vão ao cinema, de vez em quando esforcem-se por cumprir os horários laborais, levem os vossos entes queridos a passear, vivam, vivam a vida sem esquecerem que a passagem é efémera, que o tempo passa a um ritmo alucinante e que se não formos construindo uma teia de amor em torno de nós, de nada nos serve o dinheiro ou a vida.
Construam a poesia da vida, sem versos, sem palavras, sem letras, mas com os actos e os comportamentos.
Amem e deixem-se amar.
Não facilitem, procurem a felicidade e, se querem correr para algum lado, corram atrás da felicidade.
Sejam felizes por vocês e pelos outros.
«Always walk on the bright side of life»
Monty Python
Publicada por Zequinha à(s) 19:49 0 comentários
Os Homens estão diferentes.
Os hábitos sociais estão profundamente alterados. Novos grupos sociais surgem com grandes diferenças, os homens e as mulheres que ficam solteiros e vivem sós, casais divorciados e filhos de pais separados, pessoas idosas que estão também isoladas, são apenas alguns dos sintomas de muitos de nós que ficam sem escolhas, Zequinha.
As exigências profissionais de uma sociedade altamente competitiva, o aceleramento progressivo do ritmo de vida, com as novas tecnologias de informação, o desejo e a necessidade de chegar mais rápido e melhor. As alterações são profundas e com consequências na vida das pessoas. Quantos te pisaram, quantos já quiseste ou chegaste a pisar, Zequinha?
Queres ser tapete? Ou queres ser sapato?
Em definitivo, o pronto-a-vestir ficou, o pronto-a-comer é hoje indispensável, as pessoas saem mais tarde dos empregos (as lojas estão abertas até mais tarde) novos tipos de comércio surgem (lojas de conveniência, dizem «Eles»). As televisões alargam os seus períodos de emissão, o «horário nobre» estende-se até altas horas da noite, as pessoas dormem menos porque se deitam mais tarde.
Os hábitos de consumo estão profundamente alterados, fenómenos de moda pegam com uma facilidade inimaginável há uns anos.
Haverá algo mais estranho do que a moda em que se aposta tudo hoje para que seja substituída o mais rapidamente possível?
Depois ficamos pelo caminho, com 20% da população a sofrer de depressão. Não temos pedal para as modas.
Vou ser anoréctica e compro uma blusa que vi na revista (embora não me sirva?). Fiz as duas coisas e, quando perdi peso, a blusa já não estava na moda.
A autonomia dos adolescentes parece também brutalmente precoce.
De muito jovem, se começa a fazer de tudo, tudo aquilo que se fazia, mas mais tarde.
Os padrões de exigência estão muito elevados, todas as pessoas procuram algo mais, por vezes a diferença e, no entanto, o Mundo é o mesmo, a mudança está presente, mas as arritmias são assustadoras. As pessoas ficam iguais ou tentam procurar ser diferentes. Basta olhar para os penteados à Beckam, ou para o número de herbívoros, perdão, vegetarianos, perdão, lácteo-vegetarianos, perdão. Já chega de pedir perdão. Abre os olhos, Zequinha.
Se é certo que o absurdo é não inovar, nem sempre que inovamos reformamos os sistemas.
Estamos na era do relativismo sistémico, o «tanto faz», o «que é que interessa?», o verdadeiro «estou-me a cagar».
O Mundo anda muito rápido, e o nosso modo de viver acelera deixando muita gente para trás, os que não acompanham o progresso são demais.
É costume esquecermo-nos de olhar para o lado, nem fazemos por mal, apenas temos pressa, pressa de chegar, pressa de fazer, somos pressionados pelo carro detrás e pelo patrão, pelos filhos ou pelos pais, pelos amigos, e quando não somos pressionados, pressionamos os outros porque já não sabemos viver sem pressão. Até no lazer se vive sobre pressão... A hora do Bairro, a hora da discoteca, a hora de chegar a casa... Calma, Zequinha.... Calma.
É verdadeiramente importante abrandar, pensar e viver, viver com trabalho, mas viver.
Calma, Zequinha, a auto-estrada está sempre no mesmo sítio, mas tu não tens de andar sempre a 200 km/h. Sorri e pensa bem se queres que o ritmo seja o «D’Eles», ou se queres criar o teu próprio ritmo.
Ainda estamos a tempo de tomar uma pílula social que encurte distâncias e tire o pé do acelerador que «Eles» tanto gostam de te impor, mecanizando-te. Quanto mais aceleras, mais «Eles» estão ricos, e tu desgastado, diminuído, enfraquecido e quando já não prestares... tens sempre um Zequinha pronto para te empurrar... cheio de vontade de acelerar.
Publicada por Zequinha à(s) 19:45 0 comentários
No teu dia de aniversário aqui vai uma prenda para disfrutar em família!!
Publicada por Ricardo Andrade à(s) 04:41 0 comentários
Etiquetas: da Alma
Publicada por Anónimo à(s) 04:39 0 comentários
Etiquetas: Da politica
Com o campeonato português ao rubro e com as esperanças de milhões ( somos 6 não é? )depositadas numa equipa como há muito não víamos lá para as bandas do nosso fantástico e majestoso Estádio da Luz é fácil deixarmo-nos envolver na emoção do imediato ( caso sejamos benfiquistas e nesse caso seres com pelo menos essa grande qualidade! ) ou nos sentimentos mais primários de inveja ( caso o leitor não tenha sorte de ser Benfiiicaa! ).
Quando o fazemos esquecemo-nos muitas vezes de como tudo começou.
Será que, de cada vez que vibramos pelo nosso clube, nos lembramos de todos os momentos de evolução ou regressão deste amor que fomos criando ao longo dos tempos?
Será que nos recordamos de todos quantos amaram como nós o emblema que defendemos em milhares de conversas ao longo da vida?
Será que paramos para estudar um pouco da história do nosso clube do coração e com isso olharmos para um pouco do que foi a história da nossa vida?
Será que ao pensar em qual será a equipa do ano que vem tentamos imaginar no que será a nossa vida nos anos vindouros?
Confesso que muitas vezes passo ao lado destes pensamentos.
Confesso...
Talvez por isto me tenha tocado tanto um pequeno livro que encontrei numa livraria em São Paulo intitulado " O dia em que me tornei... São Paulino " escrito por Selton Mello.
São 106 páginas de emoção, de sentimento, de história e de tantas outras coisas.
Por vezes na vida são mesmo as pequenas coisas as que mais nos tocam.
Obrigado a quem me proporciona estes pequenos momentos.
Publicada por Ricardo Andrade à(s) 03:25 0 comentários
Etiquetas: da Alma, do Desporto
Os que me conhecem sabem que, já há alguns anos, sigo o cinema brasileiro com algum afinco.
Sabem também que sinto alguma pena por nao termos, em Portugal, acesso facilitado ao que de bom se produz na 7ª arte daquele país.
Não escondo também que me irrita um pouco que milhares de jovens portugueses saibam de cor e salteado o nome de mais de 50 moranguitos mas não saibam quem é Selton Mello ( para mim o melhor actor brasileiro da actualidade! ). Este meu sentimento de relatica intolerância deriva não de uma vontade de subalternização ao Brasil mas de uma incompreensão pelo facto de importarmos quase tudo o que existe de mau e fácil da cultura brasileira ao invés de retermos o que existe de fora-de-série, o que existe de elite.
E por falar em elite, não posso deixar de partilhar com todos os leitores a entrevista de Wagner Moura ( o Capitão Nascimento de " Tropa de Elite" ) à revista brasileira Trip .
Deixo-vos esta sugestão de leitura por várias razões:
1. Wagner Moura fala, sem preconceitos, de temas que muitas figuras públicas teimam em evitar abordar.
2. Wagner Moura tem a capacidade de traçar bem a linha daquilo que quer falar e daquilo de que não quer falar demonstrando um brutal sentido de responsabilidade pelos exemplos que dá e pelo mediatismo da sua actividade profissional.
3. Wagner Moura dá pequenas notas acerca de uma classe política que afasta a população da política e vice-versa.
4. Wagner Moura dá-nos a conhecer, de uma forma real e emocional, uma realidade brasileira que apenas vêmos abordadas nas notícias ou em filmes.
5. Wagner Moura abre, um pouco, o seu coração sem nunca se demonstrar superior.
6. Wagner Moura demonstra-nos que ídolos não são os que querem mas os que podem e merecem.
Termino dizendo que espero que compreendam a forma sentida com que falo desta entrevista. Espero que o façam pois não poderia escrever estas linhas de outra forma na medida em que não posso deixar de enaltecer algo que cada vez é mais raro ( tanto na política como na vida )... FRONTALIDADE E SINCERIDADE!
É sempre bom lêr uma entrevista de elite.
Publicada por Ricardo Andrade à(s) 02:53 0 comentários
Para divulgar a série limitada do novo Peugeot Quiksilver 207, a Loducca.MPM criou um anúncio totalmente dedicado ao universo do surf.
Impresso em 100% parafina, o anúncio está encartado na edição deste mês da revista “Fluir” que é a principal e mais tradicional publicação brasileira especializada em surf podendo ser destacado e levado para a praia para ser aplicado nas pranchas.
Publicada por Anónimo à(s) 00:08 0 comentários
Etiquetas: do Olhar
Publicada por Anónimo à(s) 15:37 0 comentários
Publicada por Jorge Veiga Testos à(s) 08:00 0 comentários
Etiquetas: do Desporto
Publicada por Anónimo à(s) 02:39 0 comentários
Etiquetas: do Olhar
Publicada por Jorge Veiga Testos à(s) 08:00 0 comentários
Etiquetas: da Política
Publicada por Anónimo à(s) 00:56 0 comentários
Etiquetas: do Olhar
O Razão e Vontade conta a partir de hoje com mais um reforço. E que reforço!
Filipe Esménio, de 36 anos, licenciado em Comunicação Social e com um MBA em Promoção, Gestão e Montagem de Negócios Imobiliários é o nosso mais recente colaborador.
O Filipe, nosso amigo (do Jorge, do Ricardo e meu também) há já largos anos, foi fundador de diversos jornais académicos e regionais, entre os quais se destaca o bem conhecido título “Notícias da Portela”.
Mais do que um bom jornalista, o Filipe é também autor do livro “Quem és tu Zequinha?”, empresário no ramo da Comunicação e Marketing e membro da Assembleia Municipal de Loures, eleito nas listas do Partido Social Democrata.
Com o Benfica entranhado na alma e no coração, o Filipe aprecia ainda tudo o que se relacione com futebol, cinema, jantaradas e viagens.
Bem-vindo Filipe!
Publicada por Anónimo à(s) 12:50 0 comentários
Etiquetas: da Nossa Terra
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