terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Cinema à borla







Hoje, dia 9 de Fevereiro às 21h30 na Cinemateca decorre a sexta sessão do ciclo de Cinema & Ambiente, comentada por Inês de Medeiros, realiza-se a 9 de Fevereiro com o filme “Soylent Green” (“À Beira do Fim”) de Richard Fleischer, 1973. O ano é 2022. A super-população torna praticamente a cidade de New York, com os seus 40 milhões de habitantes, mais de metade no desemprego, e com a alimentação reduzida a uma espécie de bolacha sintética (“soylent green”), uma “bomba” prestes a explodir em motins.

Teatro à borla


segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Medidas de combate ao desemprego


A partir da análise dos despachos publicados no Diário da República o jornal 'Público' noticia hoje que o actual executivo de José Sócrates, em funções há cinco meses, nomeou 1361 pessoas para cargos públicos, 997 das quais para ministérios.

Música do Haiti!

Boas maneiras!

Novidades da India

Para quem ainda não realizou bem o que vem da India!


Ficamos à espera!

"Penedos vai autorizar divulgação das escutas "na íntegra""
in Jornal DN, 07-02-2010

Voz do Norte

Aproxima-se a data do próximo Conselho Nacional do PSD e continuam a surgir, quase todos os dias, vozes dentro do partido a opinar sobre o passado, o presente e o futuro da estrutura.

Esta que vos deixo através de uma transcrição de um artigo do jornal Público vem do norte do país.

"O líder da distrital do PSD do Porto criticou, ontem à noite, a situação interna do partido, acusando esta força política de não ter “vontade de resolver a sua vida interna” para “ajudar a correr com este Governo”.

Marco António Costa, que falava durante o jantar de tomada de posse da nova comissão política do PSD de Vila do Conde (liderada por Miguel Paiva), prometeu ainda “lutar” contra quem - internamente - pretende o fim das eleições directas. “Dá jeito a alguns o esquema dos comissários políticos”, frisou Marco António Costa que prometeu, desde já, “não baixar os braços”, sobretudo numa altura em que o PSD “não está no rumo certo”.

Neste jantar, em que estiveram presentes cerca de 350 militantes, o dirigente social-democrata referiu ainda que não vai ficar calado “perante a incapacidade que o PSD tem demonstrado em dar resposta” aos problemas que se vivem no país, nomeadamente, ao nível da “injustiça social”. Perante estas criticas que lançou para dentro do seu partido, Marco António reconheceu que tem “levantado a voz para dizer coisas desagradáveis” e, por causa disso, “há muita gente em Lisboa” que não gosta dele.

Mas “os que em Lisboa não gostam de mim e acham que sou incómodo”, são os mesmos que, nos últimos actos eleitorais “estiveram nos campos de golfe e nos sofás a tratar da vida deles, enquanto eu andava por Portugal a tratar dos interesses do meu país e do meu distrito”. Aliás, continuou, “é bom que o PSD saiba que existem militantes que preferem que o partido perca eleições, para eles não perderem o controlo do partido”.

O líder da distrital traçou ainda um cenário negro da situação social e económica de Portugal e, também nesse contexto, se mostrou muito crítico em relação à actuação de alguns sociais-democratas. “Os portugueses assistem ao facto de Portugal estar a ser conduzido para o abismo e esperam que o PSD se apresente como uma alternativa sólida e credível”, mas, em vez disso, “andamos na discussão interna e a brincar aos congressos. E isto não é sério”, acentuou.

E para fundamentar estas suas críticas, lembrou que, e esta semana, caso o primeiro-ministro se tivesse mesmo demitido, “o PSD teria ficado desamparado e sem soluções para dar ao país”. Ainda assim, Marco António disse acreditar no PSD, um partido que, “e ao contrário do que alguns ex-fundadores andam para aí a dizer, não vai acabar”."

in Jornal Público, 07-02-2010

Exposições à borla



Já está aberta ao público a exposição “Lenços dos Namorados – A Modernidade... da Tradição”, em Lisboa, em “A Arte da Terra” uma exposição sobre um dos temas com maior destaque no universo das artes tradicionais em Portugal, na última década.

Tema em destaque desde 1999 em “A Arte da Terra”, este espaço apresenta uma exposição com várias dezenas de Lenços dos Namorados (incluindo alguns originais), entre outros objectos alusivos ao tema, que estarão patentes ao público até 28 de Fevereiro de 2010, nas antigas cavalariças da Sé - com séculos de história, junto á Sé de Lisboa, na Rua Augusto Rosa, nº 40.

De Terça a Sábado das 11h às 20h e Domingos das 11h às 18h

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Solução “Déjà vu”


Pedro Santana Lopes está empenhado em encontrar uma "solução muito forte" para a liderança do PSD. Depois de ter provocado a convocação de um congresso extraordinário, o actual vereador social-democrata na Câmara de Lisboa admite que tem conversado com vários pessoas no partido e insiste que Marcelo Rebelo de Sousa, que já foi líder dos sociais-democratas, é um dos nomes incontornáveis para liderar a maior força política da Oposição perante a situação do País.

Marcelo é uma das pessoas que podem representar essa "solução muito forte", sem desmerecer outras figuras do PSD. Na opinião de Santana, a escolha de um novo líder não pode ser encarada como se o País vivesse uma situação boa.

In Correio da Manhã
(título do autor)

Concerto à borla


sábado, 6 de fevereiro de 2010

Almoço convívio de Sociais-Democratas


Os Sociais-Democratas da Secção de Moscavide estão de parabéns.

Conforme anunciado decorreu hoje o almoço convívio organizado pela Comissão Política da Secção de Moscavide do Partido Social-Democrata.

Mais de seis dezenas de militantes e simpatizantes confraternizaram num ambiente descontraído e agradável onde imperou a boa disposição e a camaradagem entre amigos que comungam de um mesmo ideal.

Se de início olhando para uma qualquer mesa era possível identificar a freguesia de origem dos seus ocupantes, isso deixou de ser possível a partir de determinado momento tal era o “trânsito” e a migração de pessoas de mesa para mesa.

Assim se constrói uma Secção Política unida e coesa, apta para enfrentar os desafios políticos que se avizinham. Assim se ergue um Partido.

Esta é, sem dúvida, uma iniciativa a repetir.

Estamos todos de parabéns.

Assim vai o país


"Esta operação era para tomar conta da TVI e limpar o gajo", Armando Vara, administrador do BCP

"O Zeinal já arranjou maneira de, não dizendo que não ao Sócrates, fazer a operação de forma que ele nunca aparece", Paulo Penedos, advogado da PT

"Vai ser anunciado que [Moura Guedes] vai sair, vai para o entretenimento", Paulo Penedos, idem

"O chefe diz que é tudo ou nada e que não pode ficar com a fama sem o proveito", Rui Pedro Soares, administrador da PT

"Isto é que é uma tristeza total", José Penedos, presidente da REN

"Custe o que custar em termos de dinheiro, por muito que um gajo possa pensar que o crime compensa, ou vamos beneficiar o gajo, o Moniz devia sair confortável para estar calado", Paulo Penedos, advogado da PT

"As rádios da Media Capital vão ser compradas pela Ongoing e pelo genro do Cavaco (Luís Montez). É o preço da paz e que esse cala-se, fica a cuidar dos netos", Rui Pedro Soares, administrador da PT

O que eu gosto disto!

Carlos Santana e Buddy Guy


sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Vergonhoso!

Aqueles que comigo convivem ou conviveram, sabem que não sou pessoa de lançar qualquer pedra a quem quer que seja, sem pensar duas vezes ou muitas vezes mais do que esse número.

Reconhecem também que, na medida do possível, sou ponderado e tento sempre ser o mais justo possível.

Constatam igualmente que, com o passar dos anos, também eu me "domestiquei" no que diz respeito à tomada de posições excessivamente acaloradas em defesa das minhas ideias.

Ao longo dos tempos tenho vindo a tentar, cada vez mais, não ser injusto com ninguém.

Talvez por isso tenha demorado tanto tempo em sair a terreiro defendendo Mário Crespo.

Mas para tudo há limites!

Há limites para as más práticas!

Há limites para os maus exemplos!

Há limites para as ausências de coluna vertebral!

E quando se ataca um dos melhores profissionais da informação em Portugal é porque esses limites foram claramente ultrapassados.

Olhem para a carreira de Mário Crespo...há alguma dúvida da qualidade? Da isenção?

Então, caros srs. que fizeram certas e determinadas observações... TENHAM JUIZO! OLHEM PRIMEIRO PARA DENTRO DE CADA UM E PARA OS VOSSOS PERCURSOS E DEPOIS...FIQUEM CALADINHOS!

Para terminar num registo mais tranquilo, deixo-vos com este vídeo acerca do " Caso Mário Crespo".


E agora professor?

Depois dos avanços, recuos, voltas e voltinhas aqui fica, outra vez, uma afirmação conclusiva por parte do Professor Marcelo Rebelo de Sousa acerca da sua candidatura ou não à liderança do Partido Social Democrata

"Pondera candidatar-se à liderança do PSD?
O que tinha a ponderar, já ponderei. E os factos subsequentes só confirmaram o bem fundado das razões que me levaram a não me candidatar."
Professor Marcelo Rebelo de Sousa, in notícia in Jornal i , 05-02-2010



E a partir de agora?

O que poderemos esperar do Professor no que diz respeito à liderança do PSD?

Ficará completamente de fora?

Irá para o "corner" de alguém para garantir que quem não deseja que lidere o partido não chega lá?

Empurrará outros como têm tentado fazer professores e alunos?


Remeter-se-á ao silêncio?

O que quer que faça...que seja no melhor interesse de Portugal e dos portugueses! Incluindo dos que votam no PSD!

Rédea curta!

Aproveitei para vos deixar este post que, na minha óptica, é mais uma demonstração do verdadeiro Partido Socialista:
O PS tolerante...ou não!
O PS permissivo...ou não!
O PS plural...ou não!
O PS que ouve todos...ou não!

Concordo que qualquer bancada tenha que ter coordenação ou liderança. Mas não acredito que a prepotência seja uma boa forma de liderar.

E acima de tudo... não acho verdadeiro e honesto que um partido político venda aos portugueses tolerância e seja profundamente intolerante dentro de si mesmo!

Seria mais honesto dizer aos portugueses que a sua forma de exercer o poder político é da chamada " rédea curta "

Haja verdade!

Haja vergonha!


"Líder da bancada do PS trava proliferação de projectos 'selvagens' com origem no grupo parlamentar.

"Nunca mais!" De dedo espetado, tanto na passada quarta-feira na reunião da direcção da bancada como ontem numa reunião do plenário dos deputados socialistas, Francisco Assis impôs assim ordem: "Nunca mais" quer ver publicitados nos media projectos da iniciativa de deputados socialistas sem antes os conhecer.

O assunto ocupou ontem uma parte importante da reunião do grupo parlamentar. Pano de fundo: a intenção de três vice-presidentes da bancada (Mota Andrade, Strecht Ribeiro e Afonso Candal) de apresentarem na Comissão Parlamentar de Combate à Corrupção um projecto que tornaria públicos, na Internet, os rendimentos brutos declarados ao fisco por todos os contribuintes.

Assis desautorizou a iniciativa. Disse que enquanto for líder da bancada nunca um tal projecto avançará, pelo menos em nome do PS. Agora só poderá avançar como iniciativa individual de um (ou mais) deputado do PS. Strecht Ribeiro já prometeu que o fará, na Comissão Parlamentar da Corrupção. Mas sabendo que nunca terá o apoio oficial do seu partido. E, aliás, de nenhum outro: a ideia está condenada à morte.

Ontem, na reunião do grupo parlamentar do PS, Assis recebeu inúmeras manifestações de apoio em relação ao seu gesto de desautorizar a iniciativa dos seus três vice-presidentes. Nenhuma voz se fez ouvir apoiando a abertura do sigilo fiscal proposta. O caso foi apresentado como um "grande equívoco". A ideia estaria ainda embrionária, para discussão no grupo de trabalho criado na bancada socialista que vai preparar projectos para apresentar na Comissão Parlamentar de Combate à Corrupção. E tudo não terá passado de uma fuga de informação descontrolada, dada à estampa, em manchete, pelo DN, na quarta-feira passada.

Só um deputado desafiou o sentido maioritário das intervenções dos parlamentares socialistas: Ricardo Gonçalves, de Braga, considerou que a reacção de Assis - que interpretou como uma ameaça de demissão - foi "desproporcionada" face ao que lhe deu origem.

Francisco Assis aplicou-se na reunião a pôr água na fervura, tanto no que disse aos seus deputados como depois, cá fora, falando com os jornalistas. "Pude contar com o apoio muito claro do grupo parlamentar à atitude que adoptei, que era o procedimento possível neste momento, mas também deixei claro que houve aqui um grande equívoco na medida em que os três deputados que defendiam aquela proposta em nenhum momento ponderaram apresentá-la sem que previamente fosse discutida."

Segundo acrescentou, não viu em Mota Andrade, Afonso Candal e Strecht Ribeiro "nenhum comportamento desleal". Aliás, segundo acrescentou, se tivesse tido "a mais leve suspeita de que tinham agido com deslealdade teria adoptado uma posição mais drástica". Interrogado sobre se deu algum "puxão de orelhas" aos três deputados, Assis respondeu que não: "Aqui não há puxões de orelhas a ninguém, somos todos adultos." E deu o assunto por encerrado: "A posição final é aquela que eu enunciei, o grupo parlamentar do PS não vai apresentar aquela iniciativa, temos outras propostas que atempadamente apresentaremos, no âmbito do combate à corrupção, apresentaremos essas propostas dentro de algum tempo", declarou o líder da bancada do PS."


in Jornal
DN, 05-02-2010

Grandes Interpretações

Quando a música é uma festa

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

É este o futuro?

Acha que o seu dia está a correr mal?

Depois de ver este filme decerto pensará diferente.


quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Rosa Lobato Faria


1932 - 2010


A escritora Rosa Lobato Faria morreu, em Lisboa, aos 77 anos. Rosa Lobato Faria foi actriz, poeta e ficcionista, tendo publicado em 2008 o último romance, “As Esquinas do Tempo”.

Cinema à borla


Hoje às 21h30 na Culturgest e a propósito de Robert Johnson

Robert Johnson (1911-1938) é talvez o músico de blues envolto em mais lendas e mistérios, tanto quanto é reconhecida a sua determinante influência na evolução do estilo e na criação da técnica de guitarra que conduziria ao surgimento do rock contemporâneo. Eric Clapton não hesita mesmo em classificá-lo como «o mais importante de todos os cantores de blues».

Nascido no Mississipi (os seus pais haviam sido escravos) Johnson tornou-se famoso pela sua inovadora técnica de guitarra e pelo talento enquanto compositor. Compreende-se a dimensão da sua influência quando se verifica que, desaparecido apenas com 27 anos, alegadamente envenenado por um marido ciumento, a sua obra gravada inclui apenas 41 temas (em rigor, 29 pois há takes repetidos).

Hootenanny convidou Elijah Wald, autor da que é considerada a mais completa biografia de Johnson, – Escaping the Delta – Robert Johnson and the invention of the Blues – e, por sua sugestão, a palestra que realizará será acompanhada pela projecção do filme de 2008 Cadillac Records, de Darnell Martin, baseado na história da famosa editora discográfica de Chicago Chess Records, determinante na evolução da música afro-americana nos anos 40 a 60 do século passado e que Wald comentará na perspectiva exactamente da influência da herança musical de Johnson.

A lenda da devil’s music está muito ligada a Robert Johnson e Wald dedicou-lhe no seu livro especial atenção, salientando a persistência da lenda do «pacto com o demónio» para adquirir virtuosismo existente em quase todos os universos da música popular.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

O Fim da Linha


Terça-feira dia 26 de Janeiro. Dia de Orçamento. O Primeiro-ministro José Sócrates, o Ministro de Estado Pedro Silva Pereira, o Ministro de Assuntos Parlamentares, Jorge Lacão e um executivo de televisão encontraram-se à hora do almoço no restaurante de um hotel em Lisboa. Fui o epicentro da parte mais colérica de uma conversa claramente ouvida nas mesas em redor. Sem fazerem recato, fui publicamente referenciado como sendo mentalmente débil (“um louco”) a necessitar de (“ir para o manicómio”). Fui descrito como “um profissional impreparado”. Que injustiça. Eu, que dei aulas na Independente. A defunta alma mater de tanto saber em Portugal. Definiram-me como “um problema” que teria que ter “solução”. Houve, no restaurante, quem ficasse incomodado com a conversa e me tivesse feito chegar um registo. É fidedigno. Confirmei-o. Uma das minhas fontes para o aval da legitimidade do episódio comentou (por escrito): “(…) o PM tem qualidades e defeitos, entre os quais se inclui uma certa dificuldade para conviver com o jornalismo livre (…)”. É banal um jornalista cair no desagrado do poder. Há um grau de adversariedade que é essencial para fazer funcionar o sistema de colheita, retrato e análise da informação que circula num Estado. Sem essa dialéctica só há monólogos. Sem esse confronto só há Yes-Men cabeceando em redor de líderes do momento dizendo yes-coisas, seja qual for o absurdo que sejam chamados a validar. Sem contraditório os líderes ficam sem saber quem são, no meio das realidades construídas pelos bajuladores pagos. Isto é mau para qualquer sociedade. Em sociedades saudáveis os contraditórios são tidos em conta. Executivos saudáveis procuram-nos e distanciam-se dos executores acríticos venerandos e obrigados. Nas comunidades insalubres e nas lideranças decadentes os contraditórios são considerados ofensas, ultrajes e produtos de demência. Os críticos passam a ser “um problema” que exige “solução”. Portugal, com José Sócrates, Pedro Silva Pereira, Jorge Lacão e com o executivo de TV que os ouviu sem contraditar, tornou-se numa sociedade insalubre. Em 2010 o Primeiro-ministro já não tem tantos “problemas” nos media como tinha em 2009. O “problema” Manuela Moura Guedes desapareceu. O problema José Eduardo Moniz foi “solucionado”. O Jornal de Sexta da TVI passou a ser um jornal à sexta-feira e deixou de ser “um problema”. Foi-se o “problema” que era o Director do Público. Agora, que o “problema” Marcelo Rebelo de Sousa começou a ser resolvido na RTP, o Primeiro Ministro de Portugal, o Ministro de Estado e o Ministro dos Assuntos Parlamentares que tem a tutela da comunicação social abordam com um experiente executivo de TV, em dia de Orçamento, mais “um problema que tem que ser solucionado”. Eu. Que pervertido sentido de Estado. Que perigosa palhaçada.

Artigo do jornalista Mário Crespo publicado no site do Instituto Sá Carneiro

Uma bem conseguida campanha emotiva


Vídeo da Sussex Safer Roads Partnership do Reino Unido que visa alertar e consciencializar de forma emotiva para a utilização do cinto de segurança.



Poesia e Contos (à borla)


No meu aniversário...Obrigado mãe!

Neste dia, acima de tudo, não poderia deixar de dedicar um pequeno vídeo de parabéns a quem merece tudo no mundo... à minha mãe linda!

Este dia, mais do que ser meu..é dela!

Obrigado!

Sem mais palavras, neste dia 2 de Fevereiro aqui fica para todos este vídeo e esta música!
Obrigado!



segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Beyonce é a grande vencedora dos Grammy Awards


Aos 28 anos, a rainha do R&B obteve o prémio de canção do ano para "Single Ladies (Put a ring on it)", confirmando o seu estatuto de grande favorita nos Grammys deste ano, para a qual recebeu 10 nomeações.

"Muito obrigado. Esta noite foi realmente extraordinária para mim", disse Beyonce após ter recuperado o troféu de melhor interpretação vocal pop, o sexto do dia, e ter assinado uma actuação em palco que cativou os espectadores.

No entanto, o seu álbum "I Am... Sasha Fierce" perdeu a corrida para "Fearless", de Taylor Swift, que, aos 20 anos, recebeu oito nomeações. Para além do álbum do ano, Taylor Swift garantiu ainda mais três galardões.

Swift Taylor não sonhava ter recebido o prémio mais importante, de todos, tão jovem: "É o tipo de história de que vamos continuar a falar na família quando tiver 80 anos".

A jovem cantora também conquistou o prémio de melhor canção country para "White Horse".

A música country acabou por estar em destaque e para isso também contribuiu o grupo Zac Brown Band, que conquistou o prémio de revelação do ano.

Nem Swift, nem Beyonce obtiveram o prémio de melhor single do ano, que consagrou o grupo Kings of Leon com a música "Use Somebody".

"Não mentirei se vos disser que estamos ligeiramente ébrios", confessou o solista do grupo, Caleb Followill, visivelmente emocionado com o prémio.

Lady Gaga, que estava na corrida para todas as grandes nas categorias, recebeu o prémio de melhor disco de dança do ano, graças à música "Póker Face", e também de melhor álbum de dança por "The Fame".

A cantora, com um estilo ainda mais extravagante do que o habitual, abriu a noite com Elton John num dueto ao piano em que interpretaram "Speechless" e "Your Song".

A prestação da artista de 23 anos convenceu um dos seus remotos antecessores, Alice Cooper, 61 anos, que viu nela uma artista confirmada.

"Provou que não é apenas uma cantora com fatos delirantes. Não está perto de deixar a ribalta", declarou Alice Cooper.

Os dois filhos de Michael Jackson, Paris e Prince Michael, receberam um prémio a título póstumo em memória do seu pai.
"Em todas as suas canções, a sua mensagem era muito simples: o amor", declarou o filho do cantor, com uma voz hesitante.

"Continuaremos a espalhar a sua mensagem", prometeu o filho do cantor, numa cerimónia em que Carrie Underwood, Jennifer Hudson, Céline Dion, Smokey Robinson e Usher interpretaram "Earth Song", de e para Michael Jackson.

Destaque ainda para os Phoenix, que conquistaram o prémio de melhor álbum alternativo, com "Wolfgang Amadeus Phoenix", e para o DJ David Guetta, premiado na categoria de melhor registo de dança com "When love takes over".

A pianista portuguesa Maria João Pires estava nomeada na categoria de melhor interpretação a solo de música clássica, com o duplo álbum que lançou em 2008, pela Deutsche Grammophon, com obras que Chopin compôs nos últimos anos de vida, mas a escolha acabou por recair em "Journey To The New World", de Joan Baez & Mark O'Connor, interpretado por Sharon Isbin.

Cinema à borla



Hoje às 21h30 na Culturgest em Lisboa será exibido um filme sobre a vida e obra de Josh White.




O cantor e guitarrista Josh White (1914-1969) assume importante papel na história dos blues por três particulares motivos: em primeiro lugar, o seu talento como cantor e a sua criatividade enquanto guitarrista, responsável por um estilo que viria a influenciar decisivamente gerações de músicos; em segundo, a partir do início dos anos 30, White foi dos primeiros músicos afro-americanos a conquistarem projecção junto do público branco participando em filmes, espectáculos da Broadway e na rádio; em terceiro, White protagonizou das primeiras colaborações entre músicos negros e brancos ao ligar-se ao grupo reunido em torno da editora Folkways e onde se destacavam figuras como Pete Seeger, Woody Guthrie, os Lomax.

A sua participação na intervenção política deste grupo, especialmente no período do New Deal de Roosevelt (de quem foi amigo pessoal) e da II Guerra, levaram-no às malhas da «caça às bruxas» do senador McCarthy. Contrariando o conselho de amigos igualmente perseguidos – nomeadamente o cantor Paul Robeson – White acedeu a testemunhar perante a Comissão de Actividades Anti-americanas o que o levou a ser criticado à esquerda pelo que era considerada uma cedência, sem que tal tenha impedido de ser colocado na lista negra e ver a sua carreira cortada pelo ostracismo das editoras e produtores, que só teve fim em 1963, com o convite do presidente John Kennedy para com ele participar num programa da CBS sobre os direitos cívicos.

A vida e obra de Josh White será contada com a projecção de documentários e registos de concertos especialmente cedidos para o Hootenanny por seu filho, o cantor Josh White Jr. que os comentará e ilustrará musicalmente.

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