sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Michelle

Quem te viu e quem TV


Diego Maradona já tem um canal televisivo na internet.

É um programa sem bolinha vermelha no canto superior direito mas todo o cuidado é pouco. Afinal trata-se de Maradona, o mais desbocado de todos os treinadores do Mundial-2010

Leia toda a notícia aqui.


Acção promocional ao CLUE



A Hasbro é uma conhecida marca internacional de brinquedos e jogos infantis.

Um dos seus principais jogos de tabuleiro é o CLUE, um jogo de investigação onde os jogadores devem descobrir o assassino de um crime.

Para divulgar esse jogo, a agência DDB da Itália criou um cartaz interactivo em paragens de autocarro onde a ideia foi colocar uma cortina branca cobrindo a imagem de um assassino com uma faca na cena de um crime, fazendo com que os “curiosos” apanhassem um susto ao abrir a cortina.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

PS versão sem maioria absoluta e com orçamento à porta!

"O Governo admite chegar a acordo de médio prazo sobre o controlo das contas públicas, proposto pelo PSD, a par da negociação do Orçamento de Estado para 2010, cujas negociações com a oposição se iniciam esta quinta-feira, disse à TSF o ministro dos Assuntos Parlamentares, Jorge Lacão."
in Jornal DN, 14-1-2010


Fantástico como a ausência de maioria absoluta torna o PS e Sócrates, a espaços, tão dialogantes, não é?
Será coincidência o facto do Orçamento estar à porta?

KINO 2010

O Goethe-Institut e a EGEAC, juntamente com as Embaixadas da Áustria, da Suíça e do Luxemburgo, e o ABC Cineclube, voltam a convidar o público cinéfilo de Lisboa a visitar entre os dias 27 de Janeiro e 4 de Fevereiro de 2010 o Cinema São Jorge para assistir à sétima edição de KINO - Mostra de Cinema de Expressão Alemã.

27 de Janeiro a 4 de Fevereiro
Cinema São Jorge
KINO - Mostra de Cinema de Expressão Alemã
Entrada: € 3,50 / com desconto € 3,-

Programação
aqui.

Angel A, de Luc Besson

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Nobel da Paz para a Internet?

Um interessante artigo sobre a eventual candidatura da Internet ao prestigiado Prémio Nobel. Leia aqui.

Pedro Passos Coelho defende sistema eleitoral misto


Em livro a lançar no próximo dia 21 de Janeiro, Pedro Passos Coelho defende sistema eleitoral misto.

Leia a notícia publicada hoje no jornal
Diário de Notícias.

Como promover um cortador de pelos do nariz

A Saatchi & Saatchi da Indonésia foi contratada pela Panasonic para criar uma campanha publicitária em torno de um novo cortador de pelos do nariz.

Calculo que a sua reacção tenha sido igual à minha. – “desafio complexo!”.

Pois observe como com enorme criatividade e aproveitando os fios da rua como se fossem os pelos a sair do nariz, foi possível criar uma campanha simples, original e de baixo custo.


terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Marretas em português!

Um dia destes encontrei este vídeo!
Aqui vai!!



E agora...quo vadis Professor Marcelo?


"É uma ironia sair da RTP quando há PSD, Orçamento e presidenciais"

Marcelo Rebelo de Sousa,
Jornal "i", 12-01-2010

Início de época?

"Rangel continua a ser pressionado para avançar"
in DN, 12-01-2010

Já começa a parecer os inícios de época no futebol em Portugal em que os jornais se enchem de notícias de potenciais reforços para os clubes que no ano anterior não venceram o campeonato e que buscam reforços para obter melhores resultados na época seguinte.
Porque será?
Será que o único candidato até ao momento incomoda muita gente?
Não sei...apenas sei que não julgo ser este o caminho para acredibilização do PSD e para se reconquistar os portugueses.
Mas... as acções ficam com quem as pratica!

Língua portugesa no Twitter!!

"O português é a segunda língua mais escrita no Twitter, usada em 11 por cento das mensagens."

in Jornal Público, 11-01-2010

CAN 2010

Deixo-vos com esta foto (tirada esta manhã bem cedo! ) de uma rua em Luanda mas em especial de um placard a anunciar a CAN 2010 com a " Palanquinha ", mascote oficial da competição, em grande destaque




Onde vamos nós parar?

"Um aluno foi, hoje, baleado no Externato Bernardo Araújo, em Braga"
avançou hoje a SIC Notícias.

Mais uma vítima…

A RTP anunciou no Telejornal do passado domingo, com a maior tranquilidade, o final dos programas de comentário político de Marcelo Rebelo de Sousa e António Vitorino, a serem substituídos por um programa “plural”. No seu espaço dominical, Marcelo confirmou a sua disponibilidade para continuar na RTP.

Noticia hoje o Jornal i, citando o próprio Marcelo Rebelo de Sousa, que o seu programa acaba “porque o dr. Vitorino há um ano que quer terminar a colaboração com a RTP”.

Repare-se, portanto, na lógica brilhante do canal público: porque o ideólogo do programa de Governo PS já não quer falar mais na RTP, a estação pública, em lugar de convidar mais um apoiante de Sócrates (que não faltam por aí), na sua descarada linha governodependente, decide calar Marcelo.

Muito sensato e particularmente oportuno em altura de discussão da liderança do PSD, Orçamento de Estado e Presidenciais.

Viva o plurarismo democrático…

Conservadores admitem recusar casamentos 'gay'


Ao ler a notícia que abaixo transcrevo não posso deixar de lamentar a atitude de quem tenta, alegando objecção de consciência, esquivar-se ao cumprimento das suas funções e obrigações profissionais.

Por aquela mesma lógica, em breve, poderíamos assistir a algumas das seguintes situações:

um farmacêutico que se recusa a vender anticoncepcionais porque a religião que professa condena a sua utilização;

um vendedor de automóveis que não vende o modelo “xpto” porque o mesmo não é inteiramente reciclável;

ou

o empregado da tabacaria da esquina que se lembra de boicotar a venda de tabaco alegando que não quer contribuir para as doenças alheias.

Assim, com comportamentos absurdos, não vamos lá. Continuamos a privilegiar a oca retórica ao invés do bom senso. Pessoas inteligentes devem argumentar com inteligência.

A notícia publicada no jornal Diário de Notícias é esta:

Os conservadores dos registos civis querem saber se podem recusar a realização de casamentos entre pessoas do mesmo sexo, alegando objecção de consciência. Contactados pelo DN, vários profissionais confessaram que gostariam que a questão fosse definida na lei do casamento homossexual.

"Esta questão tem de ser debatida até porque vai colocar-se entre os conservadores", refere um profissional da área da grande Lisboa, que prefere manter o anonimato. As mesmas dúvidas existem numa conservatória no Norte do País. "Já ouvi colegas perguntar se poderiam recusar-se a fazer este tipo de casamento", acrescenta outro funcionário.

Mas embora reconheçam que estas dúvidas sejam legítimas, os constitucionalistas entendem que não é uma matéria onde se aplica a objecção de consciência. Actualmente a lei só prevê o uso desta opção para os médicos que recusem realizar abortos, e no serviço militar quando é obrigatório.

Para os conservadores também é importante esclarecer se podem ser prejudicados caso recusem celebrar um matrimónio gay, por questões de consciência. "Será que alguém vai sofrer sanções por se recusar a realizar um casamento deste tipo?" A dúvida de um destes profissionais assenta também no facto de "o funcionário público ter o dever de obediência", diz ainda outro funcionário.

A própria Federação Nacional dos Sindicatos da Função Pública (FNSFP), através do responsável jurídico, Paulo Taborda, considera que "o dever dos conservadores é cumprir a lei". "E se a lei não disser nada nesse sentido não podem pedir objecção de consciência", acrescenta. O dirigente defende ainda que "esta não é uma questão para pedir objecção de consciência, porque é um acto puramente administrativo".

No mesmo sentido os constitucionalistas lembram que os conservadores só se poderão recusar se esse facto estiver previsto na lei. Ainda assim, Jorge Bacelar Gouveia admite a hipótese destes profissionais pedirem para que a objecção de consciência faça parte da lei, mas "se não estiver previsto não se podem recusar".

Considerando esta uma "questão complexa", o também deputado do PSD, frisa que "terão de ser os profissionais a pedir esse esclarecimento na lei". Embora perceba as razões que os conservadores podem evocar, Bacelar Gouveia é da opinião de que "este motivo é muito menos forte do que o dos médicos contra o aborto".

Já Costa Andrade entende que o casamento entre pessoas do mesmo sexo "não é uma questão de objecção de consciência porque não violenta a ética dos conservadores". Logo, os conservadores terão de realizar estas uniões.

Já Paulo Otero, ligado à plataforma Cidadania e Casamento a favor do referendo sobre os casamentos homossexuais, argumenta que os conservadores podem, "considerar a lei inconstitucional". Tal como fez em Espanha um juiz que, por se recusar a celebrar estas uniões civis, acabou por se demitir (ver caixa). Este constitucionalista lembra que apesar da objecção de consciência ser um direito fundamental está dependente da lei. Uma ideia reforçada por Bacelar Gouveia: "embora a Constituição inclua o direito geral à objecção de consciência, depois é a lei que tem de enquadrar essas circunstâncias".

Nação Benfiquista!

Aqui vos deixo uma foto ( tirada ontem pela manhã! ) que fala por si!
Não escondo nunca o meu benfiquismo e confesso que soube bem quando, depois de uma noite a trabalhar, me deparei com uma imagem destas no caminho para o local de descanso!
Dá mesmo vontade de gritar: " Benficaaaaaaaaaaaaa !!!!"





Uma boa entrevista

Aqui fica, uma entrevista já antiga ( que por coincidência foi exibida no ano de 2009, no dia do meu aniversário, sendo assim um bom presente ) conduzida por Mário Crespo a Pedro Passos Coelho.
Deixo-vos aqui esta entrevista, não só por pensar que foi um bom momento de televisão e de política mas também por julgar que os dois intervenientes são excepcionais protagonistas nas suas áreas de influência.




Teatro à borla






Cinema à borla



A quinta sessão do ciclo de Cinema & Ambiente, comentada por Isabel Capeloa Gil, realiza-se hoje às 21h30 com o filme “Five” de Arch Oboler, 1951. Trata-se de uma fábula moralista sobre o holocausto nuclear e o destino de cinco sobreviventes.

As sessões do ciclo Cinema & Ambiente são todas de entrada livre e realizam-se mensalmente na Cinemateca.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Artigo no Jornal Notícias da Portela

Deixo-vos neste post a transcrição de um artigo escrito por mim e publicado na edição nº 70 do Jornal Notícias da Portela datada de 19 de Dezembro.

Mas antes de vos deixar com o dito artigo, gostaria de fazer aqui uma especial referência a algumas pessoas que estiveram envolvidas neste processo:

1. Ao Filipe Esménio que há vários anos fundou este jornal e teve sempre a força e dedicação necesárias para nunca deixar morrer aquele que é um projecto de referência na Portela.

2. Ao meu amigo Nuno Carvalho ( que muitos conhecem por Pardal ) por sempre me ter incentivado a partilhar as minhas opiniões com os portelenses e a não deixar de acalentar a vontade de, um dia, escrever para o NP ( como carinhosamente muitos portelenses tratamos o nosso jornal ).

3. Ao Nuno Soares ( conhecido pelo Botas ) com quem várias vezes converso e que raramente tem as mesmas perspectivas do que eu mas nutre uma notável paixão pelas coisas em que acredita e me faz sempre acreditar ainda mais que tudo vale a pena desde que o coração esteja no sítio certo.

4. Ao Nuno Graça ( o Stromberg ) com quem falo sobre tudo e sobre nada mas que, acima de tudo, me faz ver que sentir a Portela é um estado de espírito e que, mesmo quando a vida nos leva para menos perto da Portela, o coração não nos deixa sair de lá.

5. Ao Nuno Luz com quem abordei a minha vontade de escrever para o Notícias da Portela e que foi inexcedível em ajudar-me a concretizar este anseio antigo.

6.Ao Manuel Monteiro, do NP que foi impecável no trato comigo em todo o processo que culminou com a publicação do artigo que abaixo vos deixo.

A todos os que referi, bem como a todos os leitores do Notícias da Portela, deixo o meu muito obrigado.

Aqui fica então o supracitado artigo:

" CAMPANHAS ELEITORAIS. Que futuro?

Com os actos eleitorais nacionais de 27 de Setembro e de 11 de Outubro voltaram as campanhas eleitorais e tudo o que elas sempre envolvem. Voltou o reboliço por parte de candidatos e eleitores em torno de tudo o que envolve e influencia os grandes processos eleitorais em Portugal e no mundo.

Quem conseguiu fazer de conta que não reparou nas acções de campanha que aconteceram um pouco por todo o território nacional? Quem pôde fugir aos panfletos? Quem não parou um segundo para olhar para os cartazes na rua? Quem não abriu uma das muitas cartas dos candidatos que chegaram à sua caixa do correio? Quem não gastou alguns minutos a ver as notícias nos telejornais nacionais dedicadas ao tema eleições? Quem não teve curiosidade de folhear um jornal em busca de mais informação acerca dos processos eleitorais nacionais? Quem não prestou mais atenção, do que o normal, às sondagens que iam sendo divulgadas?

Julgo que, quando chega a altura de eleições, todos estamos mais do que preparados (talvez em alguns casos até imunes) para tudo isto. Todos estamos também conscientes que, até ao dia do final do processo eleitoral, teremos de tomar decisões. Afinal… não faz isso parte do exercício da democracia?

Mas será que no futuro as campanhas serão como há muito nos habituámos? Será que as formas de transmissão de pensamentos e projectos políticos se manterão iguais?

É sobre o futuro das formas de discutir política que gostaria de gastar algumas linhas. Gostaria de o fazer pois julgo que talvez estejam a chegar ao fim, em Portugal, as campanhas eleitorais como as conhecemos.

As últimas eleições americanas demonstraram que não existe apenas uma forma de levar a mensagem ao eleitorado. A campanha de John McCain tornou claro que a classe política não pode andar a um ritmo diferente da sociedade. O movimento cívico criado em torno de um, até então, quase desconhecido Barack Obama refutou todas as teorias que defendiam que apenas alguém com um percurso político longo e sedimentado na sociedade poderia agregar milhões. O fervor com que milhares novos eleitores americanos aderiram às ideias de Obama deitou por terra argumentos, tidos como infalíveis, por parte de quem defendia que demorariam décadas até que existissem causas mobilizadoras das novas gerações.

O que importa também perceber é que o sucesso da campanha do então Senador Barack Obama não residiu apenas nos seus extraordinários dons de oratória, expressão corporal e até mesmo de encenação. Na minha óptica, o grande ingrediente da receita que levou Obama a conquistar a presidência dos EUA foi uma extraordinária percepção de que não seria possível passar qualquer mensagem (por mais mobilizadora que ela fosse) sem uma forma devidamente ajustada à mesma. David Axelrod, David Plouffe, Robert Gibbs e outros membros do staff de Obama compreenderam isso e procuraram adaptar o que julgaram uma mensagem jovem a uma nova gama de recursos existentes no mundo para transmissão de informação.

Se é inegável que os métodos utilizados pela campanha Obama foram inovadores no que ao marketing político diz respeito, julgo também o ser que, a partir de agora, não será possível passar uma mensagem (qualquer que ela seja) de forma eficaz sem aliar antigas formas de comunicação a novas realidades como o MySpace, o Facebook, o Youtube, o Twitter, Podcasts, ou Blogs.

A sociedade actual tem características diferentes da de há uns anos e e o mundo está, logicamente, em constante evolução. Assim sendo, cabe a quem pretende representar eficazmente os interesses dos cidadãos falar claro e não apenas falar verdade. E fazê-lo, hoje em dia, é impossível sem compreender as novas tecnologias e as novas formas de comunicar.

Será que, no nosso país à beira-mar plantado, faltará muito para que o rosto das campanhas eleitorais mude à luz das novas realidades que referi? Será que poderemos continuar muito mais tempo sem ter campanhas eleitorais adaptadas à evolução tecnológica à escala mundial?

Não quero arriscar uma resposta mas também não posso deixar de terminar de outra forma que não seja dizendo que, no meu entender, apenas há um rumo a seguir e esse é claramente o da inovação.

Ricardo Andrade "

Alterações Climáticas


As alterações climáticas são uma realidade indesmentível. Mas são-no agora, como ao longo dos tempos e muito certamente no futuro.

Quem me conhece sabe que sou bastante céptico relativamente aos efeitos nefastos da acção humana sobre o planeta, em particular às alterações climáticas e meteorológicas. Entendo mesmo que a histeria global sobre o assunto mais não é que um excelente pretexto para alimentar interesses muito pouco naturais ou ecológicos.

Ainda assim achei piada a este filme.




domingo, 10 de janeiro de 2010

Os deputados no armário


Obama nomeou o primeiro transexual para o governo americano. Com jeitinho, a ânsia progressista fará com que um dia adicione à administração o primeiro par de siameses, o primeiro zulu e o primeiro trapezista. Para já, a escolha de Amanda Simpson (o nome é um clássico: "a-man-duh!", ou "um homem, claro") para o Departamento do Comércio foi muito aplaudida pelos sectores "gay". Não consta que o tivesse sido tanto pelos sectores económicos.

De qualquer modo, a menina Amanda expõe o atraso português. Por cá, ainda estamos na fase em que se elege com fanfarra o primeiro deputado assumidamente homossexual, apenas homossexual. O partido pioneiro é o PS e o deputado pioneiro é Miguel Vale de Almeida, cujas preferências íntimas lhe ditaram a subida à Assembleia da República e, agora, a liberdade na votação das propostas sobre o casamento homossexual. O dr. Almeida e um punhado de mal justificados exemplos foram as excepções à disciplina de voto imposta pelo eng. Sócrates na matéria, principalmente destinada a impedir a aprovação da adopção por parelhas gay. Aos restantes parlamentares socialistas exigiu-se respeitinho e, o que é engraçado, os insignes representantes do povo obedeceram.

Para o tolerante eng. Sócrates, os deputados não passam de serviçais que cumprem ordens, sob pena de perderem a confiança do chefe e o emprego. É verdade que, em época de precariedade laboral, estes medos pesam. Mas devia haver limites. Como se constata, não há. Visto que a disciplina de voto só não se aplicava a homossexuais e simpatizantes, tive a breve e ingénua esperança de que na bancada do PS, a qual se fartou de resmungar em surdina, se erguesse meia dúzia de valentes a parafrasear Kennedy e a proclamar, sincera ou ficticiamente, que também eles são homossexuais ou quase. É público que nem um se atreveu à proeza.

No fundo, o grupo parlamentar do PS prova que o atraso nacional é maior do que se poderia pensar, e que a eleição de um deputado "minoritário" é um pechisbeque que não redime a maioria de deputados que decide de acordo com a cabeça de outros e ao contrário do que vai na própria, se é que nesta vai alguma coisa. Ou: de que serve um gay assumido no meio de dezenas de mariquinhas por assumir?

Texto da autoria do jornalista Alberto Gonçalves, publicado no jornal Diário de Notícias de 8 de Janeiro 2010

Street Marketing


Esta é uma campanha promocional ao “Motrin”, um medicamento contra as dores.

Para reforçar a ideia que o remédio aliviava as dores nas costas causada pela maratona das compras de Natal, a agência canadiana “Táxi” criou esta acção de street marketing nas ruas de Toronto.

Vale a pena ver,



sábado, 9 de janeiro de 2010

Para que serve o amor?

Em perspectiva ( 2 )...

No post anterior terminei com os olhos postos em mais uma tentativa de colocar muita coisa em perspectiva...

Pois bem...

Fui correr por essa linda Lisboa fora...

Fui deixar a minha mente vaguear enquanto os meus olhos se passeavam por uma paisagem urbana que adoro e os meus ouvidos se perdiam por sons que escolhi a dedo...

É fantástico o que fazem 45 minutos de corrida, não apenas ao meu corpo mas, em larga escala, também à minha mente...

Confesso que não sei o que o resto do dia me reserva mas tenho a certeza de que os momentos de corrida fazem sempre maravilhas!

Em perspectiva...

É sábado de manhã, na verdade, é sábado muito de manhã...

Para mim,hoje, é sábado muito de manhã há muitos minutos...

Levantei-me cedo, vagueei pela casa, comi alguma coisa, tentei alienar-me um pouco em frente à televisão...

Sequência de tentativas sem sucesso para me ajudar a afastar alguns pensamentos e a clarificar outros...

Acho que me vou lançar em mais uma tentativa de tentar colocar muita coisa em perspectiva...

Até já!

Play-Back!

Na vida é sempre melhor ter a nossa própria voz do que apenas fazer playback.
A não ser que seja cantando " Play-Back " como Carlos Paião.


Restaurante nas alturas


Os operários que estão reconstruindo o World Trade Center (Ground Zero) em Nova Iorque sofrem com um problema: eles perdem quase a metade do tempo de seu horário de almoço para descer e subir a construção para se alimentarem.

Observando essa oportunidade, a Subway resolveu levar o seu restaurante até eles com o auxílio de um guindaste.

A estrutura montada dentro de um contentor segue todos os padrões da rede, com um menu completo e com o mesmo preço que se pagaria na rua, fazendo com que os trabalhadores não percam tanto tempo, permitindo que desncansem um pouco mais antes de voltar ao trabalho.




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